Placa preta para veículos de coleção é regulamentada em Mato Grosso

Descubra como obter a placa preta para veículos com 30 anos ou mais.

Sergio Marques

A tradicional placa preta é um símbolo de valorização para veículos de coleção, podendo ser obtida por aqueles com 30 anos ou mais de fabricação. Esta identidade especial é concedida aos automóveis que atendem a critérios de originalidade estabelecidos pelo estado. As regras para obter a placa são definidas pelo Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT).

Os veículos que desejam ser identificados com a placa preta precisam preservar ao menos 80% das características originais, como motor, carroceria e pintura, desde sua saída da fábrica. Atualmente, destaca-se que existem 1.274 veículos registrados com essa identificação em Mato Grosso.

Para obter a placa, o proprietário deve primeiro conseguir o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), emitido após avaliação por uma entidade habilitada. Com o CVCOL, o proprietário deve então solicitar ao Detran a mudança do registro do veículo para a categoria de coleção.

Nesse contexto, a placa preta não apenas ajuda a reconhecer a originalidade do veículo, mas também pode contribuir para sua valorização no mercado, especialmente em situações como sinistros e colisões, conforme explicou o diretor de Veículos do Detran, Dauson Silva.

Placa preta para veículos de coleção: requisitos e processo

Para obter a placa preta para veículos de coleção, é necessário que os automóveis tenham 30 anos ou mais de fabricação. Além disso, os veículos precisam conservar ao menos 80% de suas características originais, que incluem itens como motor, carroceria e pintura, preservando a autenticidade desde que saíram da fábrica. Essa exigência é um dos principais critérios que garantem o status de coleção e a valorização do veículo. Atualmente, em Mato Grosso, existem 1.274 veículos registrados com essa identificação especial.

O processo para obtenção do selo especial inicia-se com a obtenção do Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL). Esse documento é concedido após avaliação de uma entidade habilitada, que atesta a originalidade e a conservação do veículo. Após receber o CVCOL, o proprietário deve se dirigir ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito) para solicitar a mudança do registro do automóvel para a categoria de coleção, seguindo as orientações do órgão de trânsito.

Após aprovação do Detran, o proprietário é autorizado a procurar uma empresa estampadora credenciada para confeccionar e instalar a placa preta. Essa etapa finaliza o processo, permitindo ao colecionador exibir a identificação que, além de valorizar o carro, simboliza a preservação da história automobilística.

A importância da placa preta na valorização dos veículos

Ter um veículo com a famosa placa preta é muito mais do que possuir um carro antigo; representa ser um verdadeiro guardião da história do antigomobilismo. Segundo o diretor de Veículos do Detran, Dauson Silva, essa identificação não apenas reconhece a preservação e a originalidade do carro, mas também pode agregar valor ao veículo em situações como sinistros e colisões, de acordo com as condições de seguro.

Os colecionadores, como Érico Túlio de Paula Corrêa, são exemplares do que essa valorização significa. Para eles, a placa preta é uma forma de honrar e manter viva a memória da indústria automobilística, passada de geração em geração. Carros com essa identificação são vistos como relíquias que fazem parte do patrimônio cultural do país, e cada veículo conta uma história única.

Além disso, o trabalho do Detran é essencial para garantir que todo o processo de registro e regularização dos veículos de coleção ocorra de maneira adequada, respeitando as normas legais. Isso agrega não só valor material aos carros, mas também um significado profundo em termos culturais e emocionais, conectando as gerações com a história da mobilidade no Brasil.

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Autor
Sergio Marques

Sergio Marques

Técnico em guia de turismo; Estudante de Jornalismo, editor e revisor.