Secretário de Segurança é afastado após propôr prisões de petistas
O sargento James Mota foi afastado após áudio defendendo prisões de apoiadores do PT.
O Secretário de Segurança Pública de Barra do Corda, o Sargento PM James Mota, foi afastado de suas funções após a divulgação de um áudio em que ele sugere a prisão de apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT). No material, Mota descreve membros do partido como "inimigos da polícia" e defende estratégias de intimidação contra eleitores.
A revelação do áudio ocorreu nas redes sociais e gerou um grande alvoroço, levando o prefeito de Barra do Corda, Rigo Teles (MDB), a determinar o afastamento do secretário em 22 de outubro de 2026. Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) acionou a Polícia Federal para investigar o caso e apurar supostas violações da legislação eleitoral.
James Mota, que é um policial militar cedido à prefeitura, já admitiu ter enviado a mensagem, alegando que se tratava de uma "brincadeira" entre colegas. Contudo, suas declarações suscitaram crítica por sua natureza agressiva e pela possibilidade de influenciar o ambiente eleitoral na cidade.
As acusações contra Mota têm atraído a atenção de vários partidos e líderes políticos, que buscam garantir a lisura do processo eleitoral. O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), informou que a Federação Brasil da Esperança apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público Eleitoral, pedindo a investigação das ameaças feitas pelo secretário.
Áudio vaza e gera polêmica
O afastamento de secretário de segurança, James Mota, foi motivado pela divulgação de um áudio onde ele sugere a prisão de apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Nessa gravação, Mota é ouvido afirmando que membros do partido são "inimigos da polícia" e utilizando um tom provocativo para sugerir estratégias de intimidação eleitoral. O caso gerou reações imediatas nas redes sociais, levando o prefeito da cidade, Rigo Teles, a tomar a decisão pelo afastamento na quinta-feira, 22 de outubro de 2026.
A polêmica em torno dos áudios resultou em ações oficiais, como a intervenção do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), que acionou a Polícia Federal para investigar a situação. A gravidade das declarações deixou evidente a necessidade de garantir a lisura do processo eleitoral na região, especialmente em um momento onde discussões políticas são intensificadas pelo período eleitoral.
James Mota, que é um policial militar cedido à Prefeitura de Barra do Corda, admitiu ter enviado a mensagem, mas defendeu-se alegando que se tratava de uma "brincadeira" entre colegas. No entanto, o conteúdo da gravação suscitou críticas por seu conteúdo agressivo e pela possibilidade de impactar negativamente o ambiente eleitoral.
As declarações de Mota não apenas levantaram preocupações sobre sua conduta, mas também atraíram a atenção de diversos políticos e partidos, que buscavam assegurar um processo eleitoral justo. O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, informou que a Federação Brasil da Esperança protocolou uma notícia-crime ao Ministério Público Eleitoral contra o secretário afastado, pedindo a apuração das ameaças feitas.
Afastamento e réplicas políticas
Em resposta ao conteúdo dos áudios, o prefeito Rigo Teles se manifestou publicamente, reforçando sua posição contra qualquer ação que possa ferir a democracia ou o livre exercício do voto. A Prefeitura de Barra do Corda proclamou que está comprometida em colaborar com a Justiça Eleitoral para garantir que todos os cidadãos possam votar de forma segura e livre, especialmente em um momento tão delicado como o eleitoral.
O sargento James Mota, por sua vez, afirmou que as falas que culminaram no seu afastamento foram ditas em um contexto de brincadeiras em um grupo fechado, onde comentários políticos são comuns. Ele destacou que reconhecia o uso de expressões fortes, mas negou a intenção de ofender os eleitores, ressaltando sua preocupação com a legalidade das eleições e a necessidade de fiscalização.
Ainda assim, as palavras do secretário afastado, que incluem convites à ação contra petistas, intensificaram a investigação e a análise do conteúdo das conversas. As frases como "bora prender esses vagabundos" e a referência a ações contra apoiadores do PT foram vistas como ameaçadoras e opressivas, levando a um apelo por uma análise abrangente e justa da situação por parte das autoridades competentes.
O envolvimento de diferentes partidos, incluindo a oposição e aliados do governador, evidenciou a relevância do caso em questão. A situação de James Mota, agora afastado, torna-se um reflexo das tensões políticas que permeiam o estado do Maranhão, principalmente em um contexto onde as eleições se aproximam e a atmosfera política se torna cada vez mais acirrada.


