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Análise: Cerimônia de posse de Joe Biden será a mais tensa em décadas

O clima de polarização é cada vez maior e, desde o assassinato de John F. Kennedy, ou dos atentados de 11 de setembro, não existe uma tensão tão grande em torno de um evento presidencial como o que acontece no próximo dia 20 de janeiro.

 

Estamos a poucos dias da posse do presidente eleito Joe Biden, e os Estados Unidos – apesar de serem o país que tem uma das polícias mais preparadas do mundo – fazem nesse momento uma revisão nos seus procedimentos de segurança.

Eles tentam entender como é que centenas de manifestantes invadiram o Congresso americano na semana passada, e tentam corrigir os erros rapidamente para que, no dia 20 de janeiro, o governo eleito de Biden e Kamala Harris possa assumir o país com segurança.

Existe uma força-tarefa, tanto do poder público como da iniciativa privada, preparada para proteger a capital americana, e garantir a segurança das pessoas que vão participar da cerimônia em Washington DC.

O serviço de hospedagens Airbnb disse verificar a identidade e o histórico das pessoas que estão alugando casas e apartamentos na região para ter certeza de que não há ligações com grupos extremistas que podem estar planejando um novo protesto no dia da posse.

A companhia aérea American Airlines anunciou que nos dias que antecedem a cerimônia de posse, a distribuição de bebida alcoólica foi cortada em todos os voos que têm como destino a cidade de Washington.

A prefeita de Washington, Muriel Bowser, fez uma solicitação que, na tradução livre, seria um decreto de prevenção de desastre. Isso significa que fundos federais, além do orçamento da Prefeitura, serão destinados para segurança da cerimônia de posse.

O que a gente percebe é que a situação, ao invés de ficar mais tranquila nos dias que antecedem a posse, está cada vez mais tensa.

O Congresso americano discute a questão do impeachment, e há uma pressão pelo afastamento do presidente Donald Trump – o que ele obviamente não vai fazer antes do dia 20.

O clima de polarização é cada vez maior.

A verdade é que, desde o fatídico 22 de novembro de 1963, quando o presidente John F. Kennedy foi assassinado – ou quando os EUA sofreram os ataques de 11 de setembro –, não existe uma tensão tão grande em torno de um evento presidencial como vemos agora em 2021.

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