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Índia continuará exportando medicamentos e vacinas, diz primeiro-ministro

Maior fabricante de vacinas do mundo, a Índia garante que seguirá exportando imunizantes. Brasil pediu envio urgente de 2 milhões de doses produzidas no laboratório Serum.

 

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disse neste sábado (9) que o país continuará exportando medicamentos, incluindo vacinas, num momento em que as empresas estão aumentando a produção.

A Índia, com o maior número de infecções no mundo depois dos Estados Unidos, está desenvolvendo duas vacinas contra Covid-19.

"O mundo não está apenas esperando pelas vacinas da Índia, mas também observando atentamente como a Índia lida com o maior programa de vacinação do mundo", disse Modi, em um discurso anual aos indianos no exterior. "Sendo a maior farmácia do mundo, a Índia forneceu remédios para os necessitados em todo o mundo no passado e está fazendo isso hoje também."

  • Vacinação contra a Covid-19 na Índia começará em 16 de janeiro, diz governo

A Índia é a maior fabricante mundial de vacinas. Sua indústria farmacêutica vem liberando capacidade e avançando com investimentos para ajudar a apoiar uma campanha global de vacinação.

Na sexta-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro enviou carta ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, pedindo a antecipação "com a possível urgência" do envio para o Brasil de 2 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 da empresa AstraZeneca e da Universidade de Oxford produzidas pelo laboratório indiano Serum.

O secretário de Saúde, Rajesh Bhushan, disse no início deste mês que não há proibição de exportação de vacinas, após relatos da mídia de que o governo tinha imposto restrições para garantir que as demandas de vacinas domésticas fossem atendidas primeiro.

 

 

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