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Republicanos e ex-presidentes condenam Trump após invasão de apoiadores ao Capitólio

Congresso americano foi atacado quando se reunia para certificar a vitória de Joe Biden na eleição presidencial, última etapa formal antes de o democrata tomar posse como 46º presidente dos EUA.

 

Dezenas de republicanos, todos os ex-presidentes dos Estados Unidos ainda vivos e ex-membros do governo Trump condenaram o atual presidente após a invasão do Capitólio na quarta-feira (6).

Apoiadores de Trump invadiram a sede do Congresso americano após discurso do republicano em um ato em seu apoio, enquanto senadores e congressistas faziam a recontagem oficial dos votos do Colégio Eleitoral para confirmar a vitória de Joe Biden na eleição presidencial de novembro.

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Veja quem já se pronunciou contra o presidente americano:

Ex-presidentes dos EUA:

  • Barack Obama: "A história se lembrará corretamente da violência de hoje no Capitólio, incitada por um presidente em exercício que continuou a mentir sem base sobre o resultado de uma eleição legal, em um momento de grande desonra e vergonha para nossa nação".
  • George W. Bush: "É assim que os resultados das eleições são disputados em uma república de bananas - não em nossa república democrática", afirmou o penúltimo presidente republicano. "Estou chocado com o comportamento imprudente de alguns líderes políticos desde a eleição".

Políticos do Partido Republicano:

  • Mitt Romney, senador do Utah e candidato republicano à Presidência em 2012: citou o "orgulho ferido de um homem egoísta e à indignação de seus partidários a quem ele deliberadamente desinformou" e afirmou que a "jogada perigosa ao se opor aos resultados de uma eleição legítima e democrática serão para sempre vistos como cúmplices de um ataque sem precedentes contra nossa democracia".
  • Tom Cotton, senador do Arkansas: "Já passou da hora de o presidente aceitar os resultados da eleição, parar de enganar o povo americano e repudiar a violência da multidão", afirmou o aliado de longa data de Trump.
  • Ben Sasse, senador de Nebraska: "Mentiras têm consequências. Essa violência foi o resultado inevitável e desagradável do vício do presidente em alimentar a divisão constante. Não é assim que transferimos o poder pacificamente".
  • Richard Burr, senador da Carolina do Norte: "O presidente é responsável pelos eventos de hoje, promovendo as teorias da conspiração infundadas que levaram a este ponto".
  • Kevin Cramer, senador de Dakota do Norte: "Ele estava jogando combustível em uma faísca. Acho que o presidente tem alguma responsabilidade".
  • Roy Blunt, senador do Missouri: "É um dia trágico e ele [Trump] fez parte dele".
  • Liz Cheney, congressista de Wyoming: "Não há dúvida de que o presidente formou a multidão, o presidente incitou a multidão, o presidente se dirigiu à multidão - ele acendeu a chama".
  • Adam Kinzinger, congressista de Illinois: "Todas as indicações são de que o presidente se desvencilhou não apenas de seu dever ou mesmo de seu juramento, mas da própria realidade".
  • Brian Fitzpatrick, republicano da Pensilvânia e ex-agente do FBI: "o presidente dos Estados Unidos tem mentido para seus apoiadores com informações falsas e expectativas falsas. Ele acendeu a chama do incitamento e é o responsável por isso".

Ex-membros do governo Trump:

  • Jim Mattis, ex-secretário de Defesa: "O violento ataque de hoje ao nosso Capitólio, um esforço para subjugar a democracia americana pelo governo da máfia, foi fomentado pelo Sr. Trump. Seu uso da Presidência para destruir a confiança em nossa eleição e envenenar nosso respeito pelos companheiros cidadãos foi capacitada por pseudo-líderes políticos cujos nomes viverão na infâmia como perfis na covardia".
  • Anthony Scaramucci, ex-diretor de comunicação da Casa Branca: "Não seja cúmplice do criminoso traidor Donald Trump".

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