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Boris Johnson diz que Inglaterra terá restrições '''mais duras''' contra a Covid-19

Primeiro-ministro britânico prometeu mais restrições no país após o aumento nos números de novos casos da Covid-19 e o surgimento de uma variante mais infecciosa; escolas poderão permanecer fechadas.

 

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (4) que vai impor restrições "mais duras" na Inglaterra para conter o avanço das infecções por coronavírus no país. Ele disse também que escolas podem não reabrir neste mês.

Os casos de Covid-19 aumentaram drasticamente nas últimas semanas, impulsionados por uma nova variante do vírus que é mais transmissível. O Reino Unido registrou domingo (3) quase 55 mil novos casos confirmados de coronavírus.

Até o momento, desde o início da pandemia, mais de 75 mil pessoas morreram na Grã-Bretanha por complicações da Covid-19 – essa é a segunda maior taxa de mortalidade na Europa.

Semanas duras

Johnson disse que o país enfrentará "semanas duras". Ele falou com a imprensa durante uma visita a um hospital onde as primeiras pessoas do país receberam as doses iniciais da vacinada desenvolvida pela Universidade de Oxford e AstraZeneca.

"Se você olhar os números, não há dúvida de que teremos que tomar medidas mais duras e as anunciaremos no devido tempo. Temos o vírus realmente em alta", afirmou Johnson.

A Inglaterra está atualmente dividida em quatro níveis de restrições, dependendo da prevalência do vírus. A maioria do país está nos níveis 3 e 4, onde a convivência social é restrita e restaurantes e bares estão fechados.

O secretário de Saúde, Matt Hancock, disse anteriormente que as regras do nível 3 claramente não estavam funcionando. Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte têm suas próprias restrições rígidas.

Pessoas caminham pela Regent Street, rua da região central de Londres, em 14 de dezembro de 2020 — Foto: Henry Nicholls/Reuters

Fechamento de escolas

Com a Inglaterra se movendo em direção ao lockdown mais rígido – parecido com o que foi feito durante a primeira onda em março do ano passado –, Johnson também foi questionado se as escolas teriam que fechar mais uma vez.

Ele disse que as aulas remotas permaneceriam como um último recurso para as escolas de ensino básico, por conta dos danos sociais e educacionais que podem ser causados a crianças isoladas.

Mas o premiê indicou que eles podem precisar repensar um plano de reabrir escolas do segundo grupo do ensino fundamental para alunos com idades entre 11 e 18 anos.

“Parece que as escolas secundárias provavelmente desempenham um papel mais importante na propagação da epidemia do que as escolas primárias, por isso teremos de olhar com atenção para o que faremos com as escolas secundárias mais no final do mês”, disse ele.

O governo passou o ano tentando equilibrar a necessidade de fechar o país para conter o vírus sem prejudicar a economia.

O primeiro lockdown nacional por coronavírus, em maio do ano passado, provocou uma queda de 25% na produção econômica --sem precedentes nos registros modernos-- deixando a economia do Reino Unido mais afetada pela pandemia do que a maioria das outras.

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