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Recontagem de votos em Wisconsin confirma a vitória de Biden sobre Trump no estado

Como resultado, vantagem de Biden sobre Trump cresceu 87 votos. Advogados de Trump alegam que houve votos que tiveram dados preenchidos por funcionários responsáveis pela apuração, mas esse processo é previsto em lei.

 

A recontagem dos votos nos dois maiores condados de Wisconsin terminou neste domingo (29) e o resultado confirmou que o presidente eleito Joe Biden derrotou o presidente Donald Trump no estado decisivo por mais de 20 mil votos. Após a nova contagem, a vantagem de Biden sobre Trump em Wisconsin aumentou em 87 votos.

Portanto, depois que o condado de Milwaukee concluiu a contagem na sexta-feira e o condado de Dane terminou neste domingo, houve pouca mudança no resultado das mais de 800 mil cédulas.

A campanha de reeleição de Donald Trump pagou US$ 3 milhões (cerca de R$ 16 milhões) para que haja uma recontagem em dois condados do estado de Wisconsin, de acordo com um comunicado divulgado nesta quarta-feira (18).

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Segundo o texto, os condados de Milwaukee e Dane foram os locais onde houve as “piores irregularidades”, apesar de não haver provas disso.

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Nesses dois locais, Joe Biden recebeu 577,4 mil votos, e Trump, 213 mil.

Milwaukee é a região mais populosa do estado e onde cerca de 27% da população é de afro-americanos.

Dane é onde fica um campus da Universidade de Wisconsin.

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“O povo de Wisconsin merece saber se o processo eleitoral funcionou de forma legal e transparente. Lamentavelmente, não se pode confiar na integridade dos resultados sem uma recontagem nesses dois locais”, disse o advogado da equipe de Trump no caso, Jim Troupis.

Preenchimento liberado

Os aliados de Trump alegam que algumas cédulas chegaram sem algumas informações, e que os funcionários responsáveis pela contagem preencheram o que faltava. Isso, no entanto, está previsto pelas leis estaduais desde 2016, se eles tiverem dados confiáveis para isso. Essa diretriz foi aprovada por unanimidade nas comissões eleitorais e existe em 11 estados.

Os advogados de Trump também afirmaram que os eleitores que enviaram votos por correio não precisaram apresentar documentos com fotos. Há uma lei que exige que se apresente um documento mesmo no voto por correio, mas há exceções para pessoas confinadas por causa de idade, condição física ou deficiência.

Historicamente, as recontagens não mudam de forma significativa os resultados. Em 2016, Trump venceu por menos de 23 mil votos. O Partido Verde então pediu uma recontagem. Na segunda vez, Trump levou 131 votos a mais. Na ocasião, Trump afirmou: “O povo falou, e as eleições acabaram, nós precisamos aceitar o resultado e olhar para a frente”.

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