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Evo Morales assume presidência do partido do governo boliviano

Ex-presidente havia deixado da Bolívia há 1 ano, após ser forçado a renunciar, e voltou ao país depois que seu aliado Luis Arce venceu a eleição presidencial.

 

O ex-presidente boliviano Evo Morales assumiu na terça-feira (17) a liderança do Movimento ao Socialismo (MAS), partido do atual governo, uma semana após retornar ao país.

O ex-presidente havia fugido da Bolívia há um ano, após ser forçado a renunciar, ficou exilado primeiro no México e depois na Argentina, e voltou ao país depois da vitória do MAS na eleição presidencial de outubro.

"Avaliando os resultados das eleições e outros temas, por consenso decidimos que a partir deste momento Evo assume a presidência do Movimento ao Socialismo", declarou o próprio Morales em coletiva de imprensa em Cochabamba.

Evo é o chefe dos sindicatos de cocaleiros da região de Chapare, em Cochambanba, mas havia passado as rédeas do partido a outros dirigentes. Mesmo assim, continuou no papel de líder indiscutível do grupo político, que voltou ao poder na Bolívia.

O ex-presidente governou o país entre 2006 e 2019 e renunciou logo após vencer a eleição para mais um mandato, em novembro do ano passado, em meio a acusações de fraude pela oposição.

De Buenos Aires, Evo atuou até como gerente de campanha e foi responsável pela nomeação do ex-ministro da Economia Luis Arce e do ex-chanceler David Choquehuanca como candidatos do MAS à presidência e à vice-presidência.

O MAS venceu a eleição no primeiro turno com 55% dos votos, Arce tomou posse no dia 8 de novembro e Evo voltou ao país no dia seguinte.

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As fraudes alegadas pela oposição na eleição do ano passado não foram comprovadas. Um estudo independente dos dados da Organização dos Estados Americanos (OEA) concluiu que houve falhas na apresentação dos resultados.

Segundo os pesquisadores, a conclusão de que os votos de Evo Morales tiveram um salto inexplicável no final da apuração se baseou em dados incorretos e técnicas estatísticas inadequadas.

A conclusão da OEA – que participou como observadora do pleito – foi uma das principais evidências usadas pela oposição para alegar que houve fraude eleitoral.

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