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Estudo aponta que 66,7% dos servidores de universidades públicas no PA sentiram problemas físicos no trabalho remoto

De acordo com o Sinditifes-PA, estudo também revela alta na conta de luz, perdas salariais e dificuldades enfrentadas pelas mulheres no novo modelo de trabalho durante a pandemia.

 

Uma pesquisa divulgada nesta terça (17) pelo Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (Sinditifes-PA) aponta que 66,7% dos técnicos-administrativos, de quatro universidades públicas no estado, sentiram problemas físicos durante regime de trabalho remoto, iniciado em março deste ano devido ao novo coronavírus.

Segundo o sindicato, o maior problema são dores de coluna. Foram ouvidos 159 servidores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), por meio de questionário on-line.

O estudo também apontou alta na conta de luz, perdas salariais e dificuldades enfrentadas pelas mulheres no novo modelo de trabalho.

Uma transmissão foi marcada para a próxima quinta (19), às 10h, para divulgar as informações e alertar sobre a necessidade de garantir condições adequadas aos servidores. Os convidados são Taís Ranieri, da coordenação geral do Sindtifes; Márcia Santos, do campus da UFPA de Castanhal; Felipe Melo, do Instituto de Ciências da Educação da UFPA; e Daniel Sombra, do Núcleo de Meio Ambiente da UFPA.

Serviço

Live: Trabalho Remoto é promovida pelo Sinditifes-PA nesta quinta (19), às 10h, pelas redes sociais.

 

 

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