Notícias

Notícias

Fechar
PUBLICIDADE

Notícias

Prefeito e vereador de Muaná, no PA, são investigados pelo MP por distribuir alimentos antes das eleições

Segundo promotoria, Biri Magalhães PSC e vereador Kalif PSDB podem estar tentando se promover politicamente usando da distribuição de alimentos.

 

A Promotoria de Justiça de Muaná, na ilha do Marajó, ajuizou investiga distribuição de kit’s de merenda escolar na zona ribeirinha do município pelo prefeito municipal Éder Azevedo Magalhães, o Biri Magalhães (PSC), e pelo vereador João Guilherme Kalume Kalif (PSDB), candidatos à reeleição.

Segundo a promotoria, os dois podem estar tentando se promover politicamente usando da distribuição de alimentos. O G1 tentou contato com os dois candidatos, mas não obteve resposta até a última atualização desta matéria.

O MPPA informou que, no dia 10 de novembro, quatro pessoas foram presas em flagrante e são investigadas pelo crime de compra de votos, entre elas duas professoras da rede municipal de ensino lotadas na Secretaria Municipal de Educação de Muaná.

A denúncia aponta que essas pessoas estariam em uma lancha voadeira distribuindo kits de merenda escolar na zona ribeirinha de Muaná. Os tripulantes da lancha portavam camisas e bandeiras com o nome do prefeito do vereador.

O Ministério Público também já havia recebido relatos de professores e diretores de escolas de que estaria prevista a distribuição dos kits nas escolas do interior do município na semana da eleição.

"A situação evidencia claramente o uso da máquina pública com a intenção de captação ilícita de sufrágio, a nefasta compra de votos. Essa postura visa aumentar a quantidade de votos que os requeridos Éder Azevedo Magalhães e João Guilherme Kalume Kalif almejam obter no pleito eleitoral de 2020 com o suporte de seus cabos eleitorais utilizando a máquina pública municipal", afirma a promotoria.

Na ação, o MP Eleitoral requer a suspensão da distribuição dos kits de merenda escolar; que o prefeito Éder Azevedo Magalhães e o vereador João Guilherme Kalume Kalif fiquem inelegíveis pelos próximos oito anos e que tenham registros de candidatura cassados.

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

Mais Lidas em Notícias

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE