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Ministro francês nega falhas na vigilância de terrorista que decapitou professor

O jovem de 18 anos que cometeu o crime não estava sendo observado pelos serviços de inteligência da França.

 

O ministro da Justiça da França, Eric Dupond-Moretti, disse nesta terça-feira (20) que não houve falhas de vigilância no caso do homicídio do professor que foi decapitado por ter exibido caricaturas de Maomé a seus alunos.

Professor é decapitado por homem armado com faca, nos arredores de Paris

Professor é decapitado por homem armado com faca, nos arredores de Paris

Um homem de 18 anos que nasceu na região da Chechênia, na Rússia, foi o autor do crime.

Ao ser questionado em uma entrevista à rádio France Inter sobre as possíveis falhas, o ministro da Justiça respondeu: "Não, não houve falhas".

"É uma guerra insidiosa. Há um terrorismo organizado, que os serviços [de inteligência] estão vigiando, e há um jovem de 18 anos que não estava no radar dos serviços de inteligência e que comete este ato abominável em nome de uma religião mal entendida", disse o ministro à rádio France Inter.

O criminoso, que divulgou uma foto do professor decapitado Samuel Paty em uma rede social antes de ser morto pela polícia na sexta-feira, já havia publicado fotos de decapitações. Sua conta já tinha sido detectada há meses pelos serviços de inteligência do governo, mas não foi eliminada.

"Infelizmente, há muitas coisas assim circulando, por isso a necessidade de trabalhar nesta questão", disse Dupond-Moretti.

As autoridades francesas anunciaram que fecharão a mesquita de Pantin, nas proximidades de Paris, durante seis meses, por ter divulgado um vídeo que criticava Samuel Paty, a vítima, por ter ensinado sobre as caricaturas.

"O prazo para o fechamento é de 48 horas, então a mesquita será fechada na quarta-feira à noite", afirmou uma fonte próxima ao caso à AFP, uma informação confirmada por fontes do ministério do Interior.

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