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Maduro inicia comemorações de Natal antecipado na Venezuela e anuncia distribuição de milhões de brinquedos

Em 2013, presidente venezuelano decretou que celebração começasse em 1º de novembro para derrotar a amargura . Ele também anunciou medidas para aumentar produção e importação de brinquedos e disse que irá distribuir 10 milhões de unidades; país se p

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta-feira (15) o início antecipado das comemorações de Natal no país. Esta não é a primeira vez que ele antecipa as festas, mas a surpresa ficou por conta do prazo, mais de dois meses antes da data oficial, em 25 de dezembro.

Em 2013, Maduro tinha decretado que as comemorações acontecessem a partir de 1º de novembro, afirmando na época que desejava “felicidade e paz para todo o mundo” e “derrotar a amargura".

Este ano, ele apenas anunciou que as celebrações seriam iniciadas já nesta quinta, além de dizer que liberou recursos para a compra de 10 milhões de brinquedos, que serão distribuídos a crianças venezuelanas através dos Comitês Locais de Abastecimento e Produção (CLAP).

“Vamos garantir às crianças neste Natal e em plena pandemia seus presentes”, afirmou, ao informar que aprovou medidas especiais de estímulo à produção de brinquedos nacionais e garantia de compras públicas dos produtos, além de medidas de incentivo à importação de brinquedos até dezembro, como redução ou isenção de impostos.

Turismo

Maduro anunciou na quarta-feira que a Venezuela vai reabrir seus espaços turísticos "gradativamente" a partir de dezembro, sob protocolos de biossegurança contra a covid-19, após registrar uma "tendência constante" de diminuição das infecções no país, segundo a agência France Presse.

Em transmissão pela TV, ele disse que ordenou a reabertura gradual de "zonas turísticas a partir de 1º de dezembro mediante um estrito protocolo de biossegurança para estimular o setor turístico no final do ano de 2020 e na celebração da época do Natal".

Com 30 milhões de habitantes, o país tem cerca de 85 mil infectados e 714 mortes por coronavírus, segundo dados oficiais. Organizações como a Human Rights Watch, no entanto, questionam esses números.

Antes da chegada da pandemia em meados de março, quando foi decretada uma quarentena nacional, ainda em vigor com algumas flexibilizações, o turismo venezuelano já enfrentava uma "queda significativa" nos últimos anos, de acordo com Leudo González, presidente do Conselho Superior de Turismo da Venezuela.

O turismo também é atingido pelo colapso da aviação, após um êxodo maciço de companhias aéreas devido a dívidas estatais que chegam a US$ 3,8 bilhões, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Paralisados em março, os voos comerciais na Venezuela continuam proibidos, restrição estendida nesta segunda-feira até 12 de novembro.

Maduro também afirmou que vai autorizar na hora certa uma "flexibilização geral supervisionada" do isolamento, que funcionará sob normas sanitárias e faixas de horários.

Desde junho, está vigente na Venezuela um esquema que alterna sete dias de "quarentena radical", quando todos os negócios são obrigados a fechar, exceto serviços essenciais, com sete dias de "flexibilização", que permite a reativação das atividades.

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