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Familiares de detentos protestam em frente ao Palácio do Governo pedindo liberação de visitas em presídio

Os manifestantes interditaram uma das pistas da avenida Almirante Barroso na tarde de quarta 14 . Manifestantes também denunciaram casos de torturas, que estariam ocorrendo dentro dos presídios do estado.

 

Esposas e familiares de detentos do sistema penitenciário realizaram um protesto no início da tarde desta quarta-feira (14), em Belém. Os manifestantes interditaram uma das pistas da avenida Almirante Barroso, em frente ao Palácio do Governo do Pará, no Bairro do Marco. Eles pedem o retorno das visitações nos complexos penitenciários.

Os manifestantes também denunciaram casos de torturas, que estariam ocorrendo dentro dos presídios do estado. Além disso, muitos parentes contam que presos estão com problemas de saúde e não recebem atendimento médico.

As visitas nas casas penais do estado estão suspensas por conta da pandemia de Covid-19. As casas penais foram classificada por bandeiras de risco, assim como já anunciado no plano de retomada.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que, em agosto deste ano, liberou a visita para 16 unidades penais. Em setembro, o número subiu para 38 e, agora, em outubro, a quantidade de casas penais autorizadas a receber visita familiar foi ampliado para 48.

A Seap informou que, na última terça (13), ampliou o número de unidades prisionais autorizadas a receber visita familiar. Com a decisão, das 50 casas penais do Pará, em apenas duas as visitas ainda não estão permitidas.

Sobre os possíveis casos de tortura, a Seap informou que, quando denunciado, a secretaria retira o interno citado, encaminha para exame de corpo de delito, faz boletim de ocorrência e, se comprovado, abre Procedimento de Administração Disciplinar.

 

 

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