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Decisão sobre extradição de Assange virá após eleições nos EUA

Assange enfrenta 18 acusações nos EUA relacionadas à publicação em 2010, por parte do WikiLeaks, de centenas de milhares de documentos confidenciais.

 

A juíza britânica responsável pelo processo de Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, informou nesta sexta-feira (25) que só vai tomar uma decisão depois das eleições presidenciais nos Estados Unidos, marcadas para o dia 3 de novembro.

Assange enfrenta 18 acusações nos EUA relacionadas à publicação em 2010, por parte do WikiLeaks, de centenas de milhares de documentos confidenciais.

Entre outras coisas, ele tornou públicos registros diplomáticos que expunham ações militares no Afeganistão e Iraque, incluindo mortes de civis, tortura e outros abusos.

A Justiça britânica analisa se concede o pedido de extradição dos EUA do australiano de 49 anos, que está em uma prisão de segurança máxima desde sua detenção na embaixada do Equador em Londres, em abril de 2019.

A apresentação de provas neste julgamento, que começou em 7 de setembro, termina na próxima semana. Nesta sexta-feira, a juíza Vanessa Baraitser concordou em dar ao advogado de Assange mais tempo para preparar seus argumentos finais.

Veja um vídeo sobre o início do julgamento.

Começa, em Londres, o julgamento de extradição de Julian Assange, fundador do Wikileaks

Começa, em Londres, o julgamento de extradição de Julian Assange, fundador do Wikileaks

"Minha decisão provavelmente virá depois das eleições nos Estados Unidos", afirmou a magistrada, dando à defesa quatro semanas para preparar seus argumentos e mais duas para os representantes legais do governo americano.

Para defesa, extradição tem motivos políticos

"Parece improvável que possamos obter um veredicto antes de 4 de novembro", data das eleições presidenciais dos Estados Unidos, ressaltou o advogado de Assange, Edward Fitzgerald.

Os defensores do australiano afirmam que a tentativa de extraditar e julgar seu cliente nos Estados Unidos é politicamente motivada e conduzida pelo presidente Donald Trump.

Washington afirma que Assange ajudou a analista de Inteligência Chelsea Manning a roubar os documentos confidenciais e o repreende por ter exposto os nomes de seus informantes aos olhos do mundo inteiro, colocando suas vidas em perigo.

Nos Estados Unidos, o fundador do WikiLeaks pode enfrentar uma pena máxima de 175 anos de prisão.

 

 

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