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Depois de relatório sobre desmatamento, governo da França reitera oposição ao tratado comercial entre União Europeia e Mercosul

Os parlamentos da Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica, já anunciaram que não darão seu aval ao acordo. Os franceses querem que o texto do tratado preveja sanções caso os países do Mercosul não façam nada em relação às queimadas e de

 

Depois de ter tido acesso a um novo relatório sobre desmatamento no Brasil, o governo da França reafirmou, nesta sexta-feira (18), que se opõe à versão atual do tratado comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

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A informação foi confirmada pelo gabinete do primeiro-ministro Jean Castex. Em uma rede social, ele aparece com o economista Stefan Ambec, um pesquisador da escola de economia de Toulouse e responsável pelo departamento de energia e clima. Na foto, os dois seguram um documento.

Castex afirma que o desmatamento ameaça a biodiversidade e o clima e que o relatório reforça a posição da França de se opor ao projeto de acordo UE-Mercosul em seu formato atual.

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A França, em conjunto com outros países da União Europeia, pretende impor condições ambientais para que as negociações prossigam.

No texto atual, não há previsão de sanção, por exemplo, se os países do Mercosul não fizerem nada para impedir o aumento dos incêndios ou permitirem que empresas mineradoras destruam reservas indígenas.

Os europeus se preocupam com o impacto que um acordo pode ter nas florestas da América do Sul.

Em julho, organizações ambientais e de direitos humanos europeias apresentaram um pedido ao ombudsman do bloco para que o processo de ratificação do acordo fosse interrompido.

Três parlamentos na Europa (Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica) já anunciaram que não darão seu aval ao acordo. Os argumentos para a rejeição são os mesmos que os das organizações não governamentais: questões ambientais.

 

 

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