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Pacientes e profissionais da saúde recebem homenagem de militares em hospital de Santarém

Momento foi marcado por muito emoção. Guarnições tocaram cornetas para simbolizar respeito e esperança.

 

Um som que simboliza o respeito e esperança ecoou pelos corredores do Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, no oeste do Pará. Foi dessa forma que policiais militares homenagearam pacientes e profissionais da saúde ao tocar cornetas na quinta-feira (10). O momento foi realizado do estacionamento da unidade hospitalar.

Um dos homenageados foi o militar Richardson Silva dos Santos, sargento da PM que faz tratamento contra um linfoma. Na saída para um banho de sol durante a manhã, foi surpreendido com o toque da corneta.Ele respondeu com a saudação militar e não conteve a emoção. Impossibilitado de se comunicar, escreveu no papel um agradecimento deixando o seu “Muito obrigado. Que Deus os abençoe”.

Militar que está internado ficou surpreso e emocionado com a homenagem — Foto: Ascom Pró-Saúde/Divulgação

Participaram do momento representantes do Comando de Policiamento Regional 1 (CPR 1), e do 3º e 35º Batalhões de Polícia Militar. Os militares prestaram continência coletiva, que também representava homenagens ao trabalho e acolhimento dos profissionais de saúde no HRBA durante todo o período da pandemia.

“São toques universais que têm como objetivo fazer com que sejamos um só corpo e um só espírito em movimento. Quando os militares ouviram souberam no mesmo instante que aqui tem a presença da corporação para ampará-los e acolhê-los. Além de ser uma soma de força com os profissionais de saúde que trabalham com excelência no HRBA”, enfatizou Fábio Botelho, capitão médico da PM.

Para Ana Carolina Leopoldino, psicóloga e também capitã da PM, os benefícios que este tipo de ação proporciona ajuda no tratamento.

“É um momento para dizer que nós estamos aqui, reafirmando a torcida na recuperação. O pensamento positivo contribui com a imunidade do organismo. Isso estimula e motiva o paciente a ter mais força e foco em sua cura”, disse.

“Um paciente quando fica internado no hospital é como se tivesse cortado o vínculo com mundo externo. Inciativas como estas mostram que as pessoas têm valor e colaboram na motivação do enfrentamento da doença. É impossível pensarmos em uma assistência de qualidade e resolutiva, se ela não for acima de tudo, humana", completou o diretor Hospitalar do HRBA, Hebert Moreschi.

 

 

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