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Floresta Nacional do Tapajós continua fechada para visitação pública por causa da pandemia

A manifestação dos municípios envolvidos e das comunidades da Unidade de Conservação é necessária para o processo de reabertura da Flona do Tapajós.

 

A Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará, continua fechada para visitação pública em razão da pandemia de covid-19. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade está aguardando a manifestação das comunidades tradicionais da Flona, conforme orientação da Portaria do ICMBio nº 890.

A manifestação dos municípios envolvidos e das comunidades da Unidade de Conservação é necessária para o processo de reabertura da Flona do Tapajós. A documentação será enviada para análise do gabinete da presidência do ICMBio.

De forma gradual, o Instituto está reabrindo as unidades de conservação (UCs) federais, conforme as regras de cada estado e município, com planejamento e obedecendo todas as orientações de segurança para evitar a proliferação do Covid-19.

Funcionários da cooperativa que realiza a extração do óleo de copaíba na Floresta Nacional do Tapajós — Foto: Marcelo Brandt/G1

Todas as UCs federais reabertas estão com redução da capacidade de público, de forma que a visitação possa ocorrer respeitando o espaçamento mínimo de 2 metros entre as pessoas. A orientação do ICMBio é que as unidades priorizem a venda de ingressos online, serviços ou agendamentos, para evitar filas, e marcação no piso com distanciamento de 2 metros, a partir do balcão e entre os clientes.

Regras estabelecidas pelo ICMBio:

  • Uso obrigatório de máscara de proteção facial, ainda que artesanal, durante todo o período que estiver no interior do parque;
  • Disponibilizar álcool gel 70% ou produto de higienização para as mãos nas estruturas abertas à visitação e nos transportes terrestres e aquaviários, por meio dos operadores e prestadores de serviços;
  • Para os atrativos que constituem a obrigatoriedade de uso de algum equipamento de proteção individual (EPI), estes não poderão ser compartilhados sem antes proceder a higienização e desinfecção dos equipamentos;
  • Manter ambientes bem ventilados, com janelas e portas abertas, sempre que possível;
  • Promover com frequência a limpeza e desinfecção dos ambientes, pisos, corrimãos, lixeiras, balcões, maçanetas, tomadas, torneiras e banheiros, além de outros objetos de uso coletivo, como cadeiras, sofás e bancos;
  • Remover jornais, revistas, panfletos e livros dos locais de comum acesso para evitar a transmissão indireta;
  • As máquinas de débito e crédito devem estar fixas ou envelopadas com filme plástico e desinfetadas após cada uso;
  • O distanciamento mínimo de 2 metros entre os sofás, mesas, cadeiras e bancos dos espaços comuns do empreendimento;
  • No caso de restaurantes, é necessário manter o distanciamento mínimo entre as mesas (2 metros) e cadeiras (1 metro), como também nos ambientes de espera e filas de caixas, com demarcação no piso. Para locais com mesas fixas ou na impossibilidade de remoção, interditar as mesas de forma alternada, comunicando visualmente quais estão livres e interditadas;
  • Proceder a higienização e desinfecção de objetos (inclusive cardápios) e superfícies comuns, como as mesas e cadeiras após cada utilização;
  • Os transportes terrestres e aquaviários de visitantes deverão priorizar a ventilação natural. Ao final de cada viagem, deve ser realizada a limpeza e desinfecção dos veículos;
  • Respeitar a capacidade de transporte de cada tipo de veículo e evitar superlotação ou aglomeração.

 

 

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