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União Europeia é favorável ao adiamento das legislativas na Venezuela

As eleições estão marcadas para o dia 6 de dezembro. A oposição já firmou que vai boicotar o pleito, que eles dizem ser fraudulento.

 

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, pediu nesta terça-feira (11) o adiamento das eleições legislativas na Venezuela marcadas para 6 de dezembro, considerando que as condições para eleições justas e inclusivas "não estão reunidas".

Os principais partidos da oposição na Venezuela anunciaram em 2 de agosto sua decisão de boicotar as eleições legislativas de 6 de dezembro, considerando-a uma "fraude eleitoral".

Na Venezuela, oposição diz que não vai participar de eleição legislativa

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"Após meus contatos com os representantes e os líderes políticos venezuelanos, devo concluir que neste momento não estão reunidas as condições para um processo eleitoral transparente, inclusivo, livre e justa", disse Borrell em nota publicada nesta terça-feira.

Josep Borrell especifica que "sugeriu a possibilidade de prorrogar os prazos eleitorais para atender à demanda da oposição".

"Recebi uma carta do ministro das Relações Exteriores que informa um acordo sobre este assunto com um sector da oposição. É um passo na direção certa, mas não basta para que a União Europeia envie uma missão de observação eleitoral", apontou.

O chefe da diplomacia da UE informará os Estados membros "com mais detalhes" na reunião ministerial informal marcada para Berlim no final de agosto.

Ele também deseja convocar uma reunião ministerial com os países participantes do grupo de contato internacional "em um futuro próximo".

Boicote da oposição

As eleições parlamentares da Venezuela serão boicotadas por 27 partidos de oposição ao regime de Nicolás Maduro. O anúncio foi feito no começo do mês em um texto publicado no site da Assembleia Nacional. Representantes dos partidos contrários ao regime de Maduro já haviam dito que não iriam participar, mas agora eles formalizaram um documento com a decisão.

O grupo chama as eleições de fraude eleitoral, e diz que Maduro violou o direito do povo venezuelano de eleger seus representantes.

 

 

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