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Britânico é condenado por tentar roubar texto fundador da democracia moderna

Um homem de 47 anos tentou roubar a Magna Carta da igreja onde ela está exposta. Esse é o texto de 1215 que serviu para definir direitos e liberdades em todo o mundo.

 

O britânico Mark Royden foi condenado a quatro anos de prisão nesta sexta-feira (10) por tentar roubar um original da Magna Carta de 1215, o texto fundador da democracia moderna, preservado na Catedral de Salisbury, no sul do Reino Unido.

Royden, 47, tentou, sem sucesso, quebrar o vidro que protegia o manuscrito histórico em outubro de 2018. Antes disso, ele girou uma câmera de segurança para evitar ser gravado e ativaou um alarme de incêndio como uma distração.

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Ele foi interceptado por alguns turistas, a quem ameaçou com o martelo, e finalmente foi parado por um funcionário da catedral.

"A Magna Carta é um documento de enorme importância para nosso país e para muitos outros países que compartilham nossas tradições democráticas", disse o juiz Richard Parkes, da corte de Salisbury, condenando-o a quatro anos de prisão.

O documento foi assinado em 15 de junho de 1215 pelo rei João Sem Terra, da Inglaterra, sob pressão de barões rebeldes que queriam limitar a arbitrariedade real.

A carta serviu para definir direitos e liberdades em todo o mundo.

A cópia que Royden tentou roubar foi escrita à mão em latim em um pergaminho de pele de carneiro.

Restam quatro cópias deste texto importante, duas na Biblioteca Britânica de Londres, uma na Catedral de Salisbury e uma na Catedral de Lincoln, no leste da Inglaterra.

 

 

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