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Colômbia afasta militares envolvidos em casos de abuso sexual de menores

No total, escândalo gerado após denúncia de estupro de meninas indígenas levou ao afastamento de 45 militares colombianos.

 

O Exército da Colômbia afastou nesta sexta-feira (3) mais 31 militares investigados por abuso sexual de menores, medida tomada em meio a denúncias de estupro de adolescentes indígenas por soldados.

"Esta medida administrativa foi tomada conforme as normas legais que regulam a administração do pessoal, por decisão do comandante do Exército Nacional", indica um comunicado do alto comando militar.

Embora o boletim não mencione o motivo das baixas, um representante do Exército disse à agência France Presse que as mesmas estão relacionadas a supostos casos de agressão sexual.

Os militares fazem parte de um grupo de 118 soldados investigados por supostos casos de abuso sexual de menores ocorridos desde 2016. Deste total, 45 já foram afastados da instituição, afirmou nesta semana o comandante do Exército, Eduardo Zapateiro.

"O Comando do Exército Nacional continua os trabalhos de revisão e avaliação jurídica da situação dos integrantes da instituição, com o objetivo de tomar as decisões administrativas correspondentes", assinala o boletim divulgado hoje.

Escândalo na Colômbia

Denúncias de estupro de indígenas por militares provocaram indignação na Colômbia. Segundo dados da autoridade forense colombiana, mais de 22 mil menores de 18 anos foram vítima de crimes sexuais e 708, de homicídio, no país em 2019.

A investigação veio à tona após denúncias de abuso a uma menina de 13 anos, publicada na semana passada na imprensa colombiana. Segundo o exército, em 22 de junho um oficial em uma base em Pueblo Rico soube do ocorrido e o relatou imediatamente a um comandante de unidade, para que a denúncia fosse averiguada.

 

 

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