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Zenaldo confirma reabertura de restaurantes em Belém para o dia 1º de julho

Decreto deve ser publicado no diário oficial até o fim do dia. Bares da capital seguem fechados.

 

O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, anunciou, no final da tarde desta quarta-feira (24), pelas redes sociais, que os restaurantes de Belém estarão autorizados a abrir no dia 1º de julho. De acordo com a Prefeitura, o decreto que prevê a liberação dos estabelecimentos deve ser publicado no Diário Oficial do Município até o final do dia.

A data de reabertura dos restaurantes em Belém já havia sido antecipada pelo prefeito na última terça-feira (23), durante um pronunciamento nas redes sociais. Na ocasião, Zenaldo também falou sobre o retorno das atividades de escolas e creches.

Protocolos de reabertura

De acordo com o prefeito, apenas restaurantes continentais poderão abrir no dia 1ª de julho. Os horários de funcionamento serão de 11h às 15h e de 19h às 23h. Os estabelecimentos que ficam em praias e balneários da capital ainda vão permanecer fechados.

Ainda segundo Zenaldo, os estabelecimentos que poderão funcionar deverão receber apenas 40% da ocupação. Somente as modalidades de prato feito e “à la carte” estarão habilitadas. Os serviços “self service”, rodízio e “buffet” ainda não estão permitidos. O novo decreto também prevê a reabertura das praças de alimentação dos shoppings de Belém.

Reabertura de bares adiada

Segundo o prefeito, os bares de Belém ainda devem permanecer fechados por mais algum tempo. De acordo com Zenaldo, o impedimento é uma recomendação dos técnicos da área de epidemiologia e de vigilância sanitária do município. No entanto, o prefeito afirmou que uma nova rodada de reuniões com donos de bares será realizada nesta quinta-feira (25), às 11h.

"Estamos tendo muito cuidado de aprovar novas aberturas, a partir das avaliações dos especialistas em epidemiologia. Outras cidades abriram e voltaram a fechar. As pessoas têm de saber que a doença continua dentro de Belém. Mas não podemos continuar com todas as atividades econômicas fechadas porque há muito desemprego e gente passando fome. O limite é muito tênue", informou.

 

 

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