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Departamento de Justiça reforça acusações contra Assange

Assange enfrenta 18 acusações criminais nos Estados Unidos e a mais recente não aumenta o número, mas amplia as já existentes.

 

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos reforçou na quarta-feira (25) a ação contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, ao apresentar novas provas sobre um suposto recrutamento de hackers.

Assange enfrenta 18 acusações criminais nos Estados Unidos e a mais recente não aumenta o número, mas amplia as já existentes.

A acusação atualizada alega que Assange conspirou com indivíduos dos grupos de hackers LulzSec e Anonymous.

Também afirma que ele obteve "acesso não autorizado a um sistema de computadores do governo de um país da Otan".

Começa, em Londres, o julgamento de extradição de Julian Assange, fundador do Wikileaks

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Assange enfrenta acusações de espionagem pela divulgação em 2010 de uma série de arquivos secretos que detalhavam aspectos de campanhas militares americanas no Afeganistão e no Iraque.

Washington afirma que o australiano de 48 anos ajudou a analista de inteligência Chelsea Manning a roubar os documentos antes de expor o material confidencial ao mundo.

O Wikileaks publicou na quarta-feira no Twitter que a nova acusação contra Assange "é uma nova tentativa patética do DoJ (Departamento de Justiça) de enganar a opinião pública".

Assange está atualmente na penitenciária de segurança máxima de Belmarsh, sul de Londres, enquanto luta contra um pedido de extradição apresentado pelos Estados Unidos.

Ele permaneceu refugiado na embaixada do Equador em Londres de 2012 a 2019, quando foi retirado do edifício diplomático pela polícia britânica.

 

 

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