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Após quase 10 anos, cerca de 800 famílias de Curuá receberão linha de crédito

Famílias são de assentados da reforma agrária, cuja atividades são bovinocultura de corte, fruticultura, pesca e plantio de mandioca e milho.

 

Cerca de 800 famílias de assentados da reforma agrária em Curuá, no oeste do Pará, voltarão a receber o crédito rural após uma lacuna de quase 10 anos. O benefício será disponibilizado entre 8 e 10 de julho pelo escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Seguindo todas as medidas preventivas em relação à Covid-19, como uso de máscaras e distanciamento social, técnicos da Emater se reunirão de forma estratégica com as lideranças dos assentamentos Madalena e Vale do Salgado, para traçar logística de atendimento e levantar dados preliminares.

“Dividimos os assentamentos em partes, três ou mais, para que, nesses encontros com as comunidades, não haja aglomeração de jeito algum”, explicou o chefe do escritório local da Emater, o técnico em agropecuária Derlan Lira.

A linha de crédito será do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), no valor fixo de R$ 26.500 (sendo R$ 1.500 para custos de assistência técnica), com possibilidade de um incremento de mais R$ 5 mil, pelo Banco da Amazônia.

As principais atividades na região são bovinocultura de corte, fruticultura (laranja e melancia), pesca artesanal no Lago Curuá e plantio de mandioca e milho.

Na primeira etapa, a Emater fornecerá informações para o Incra emitir as declarações de aptidão ao Pronaf (daps). Depois serão feitas a identificação e o cadastro dos projetos no Banco da Amazônia. Os recursos devem começar a ser liberados a partir de agosto.

 

 

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