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Mais de 30 médicos da linha de frente da pandemia estão com salários atrasados desde abril no PA, diz sindicato

Sindmepa afirmou que recebeu denúncias de 15 médicos do hospital de campanha do Hangar e 19 do Hospital Aberlardo Santos, ambos da rede estadual em Belém.

 

O Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) divulgou uma nota, nesta terça, afirmando que 34 médicos da linha de frente no combate à Covid-19 estão com salários atrasados desde abril, na rede estadual de saúde. O G1 solicitou nota da Secretaria de Saúde Pública (Sespa) e aguarda retorno.

De acordo com a nota, ao menos 15 médicos que tiveram plantões no hospital de campanha montado em Belém e outros 19 do Hospital Abelardo Santos, em Icoaraci, não receberam plantões tirados nos meses de abril e maio.

O sindicato disse que as denúncias estão sendo encaminhadas ao Ministério Público e uma assembleia virtual foi marcada para discutir o assunto com a categoria.

O Sindmepa informou, ainda, que com a gestão terceirizada pelo Estado para a Associação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu, o hospital de campanha do Complexo Hangar "exibe uma situação que vem se tornando muito comum, a quarteirização, quando uma empresa terceirizada subcontrata uma outra empresa para contratar a mão de obra médica".

No caso do hangar, ainda segundo o sindicato, foi contratada uma empresa "já conhecida no meio como uma empresa acostumada a não pagar médicos".

O Sindmepa afirmou que a empresa Medplantões disse que os pagamentos ocorreria todo dia 10 do mês seguinte ao que o plantão foi tirado, mas os pagamentos não foram feitos. O G1 também tentou contato com a empresa até a publicação desta matéria.

"É inadmissível que chamem médicos para arriscar a vida em plena pandemia, não ofereçam condições de trabalho e ainda não paguem o que lhes é devido”, disse o diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso.

Hospital Abelardo Santos abre as portas para atendimentos de urgência e emergência, após seis anos de obras — Foto: Alex Ribeiro / Agência Pará

 

 

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