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Comerciante é feito refém dentro do próprio carro e morre em acidente durante perseguição policial no PA

Um suspeito morreu na hora do acidente, outro em troca de tiros com policiais. A Polícia segue investigando o caso que ocorreu em São Francisco do Pará.

 

O comerciante Luiz Cláudio Matoso Barros, de 43 anos, morreu em um acidente no último domingo ocorrido na rod. PA-320, enquanto era feito refém no próprio veículo após assaltantes invadirem a propriedade dele na localidade Laranjal, zona rural de São Francisco do Pará, nordeste do estado.

O carro estava sendo perseguido por policiais, colidiu com uma moto e capotou várias vezes. Um dos suspeitos que estava no veículo também morreu.

Segundo a Polícia, um segundo homem, apontado como participante do assalto, foi localizado pela Polícia na noite de domingo. Ele foi morto em troca de tiros. Outro suspeito continua foragido.

As investigações policiais apontam que o grupo de assaltantes invadiu a propriedade e fizeram o comerciante refém, com objetivo de buscar R$20 mil no comércio dele que fica na sede do município.

A Polícia foi avisada da movimentação e perseguiu o grupo, que tentou pela estrada no sentido Igarapé-Açu/São Francisco do Pará. O veículo colidiu com uma moto, onde estavam duas pessoas. O comerciante foi sacado para fora do carro com a força do impacto. A moto e a caminhonete ficaram destruídas.

O superintendente regional de Polícia Civil da Zona do Salgado, Paulo Henrique Ribeiro, disse que as investigações continuam para identificar todos os que participaram do crime, seja os que deram auxílio material e moral.

Familiares e amigos foram ao Centro de Perícias Científicas em Castanhal para aguardar liberação do corpo. O velório foi marcado pelo sentimento de revolta e comoção.

O mercado de Luiz Cláudio amanheceu fechado e outros comerciantes também declararam luto. O comerciante deixou esposa e filhos.

Segundo moradores, ações de bandidos invadindo propriedades rurais virou rotina na cidade. Um deles disse que toda semana há registro de morador atacado. Sobre a denúncia, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) ainda não se manifestou.

 

 

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