Notícias

Notícias

Fechar
PUBLICIDADE

Notícias

Artistas paraenses fazem do trabalho uma ferramenta de combate ao racismo e à LGBTfobia

Conheça a história da fotógrafa Nay Jinknss e da bailarina e performer Anastácia Marshelly.

 

A arte tem sido um exemplo de enfrentamento ao preconceito no Pará. Seja por meio da fotografia, da dança, e outras expressões, artistas tentam se reinventar na pandemia e, sem deixar o cunho político de lado, não deixam de combater o racismo e à LGBTfobia. Ambos são crimes que oprimem, julgam e matam.

Os cliques da fotógrafa Nay Jinknss registram mais que um simples momento - são sentimentos e um pouco da cultura de um povo. São ferramentas de reflexão.

"Eu acredito que o Pará é uma grande potência de artistas, não só de fotógrafas, mas de modo geral, só que se a gente não tiver ao menos dois trabalhos, um de forma independente e outro fixo, a gente não consegue fazer", afirmou.

Conhecida pela performance cheia de originalidade, posicionamento político e críticas ao racismo e LGBTfobia, a bailarina e performer Anastácia Marshelly faz da dança um protesto.

"Eu precisava gritar de um jeito que ninguém pudesse me calar, pois se eu chegasse para conversar sobre pauta de racismo era muito fácil alguém não me escutar e virar as costas, mas no palco ninguém me cala".

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

Mais Lidas em Notícias

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE