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Altas produtividades do algodão passam pelo manejo adequado de pragas e doenças.

 
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Com o final do ano safra 2019/20 se aproximando, os produtores de algodão já relatam um bom ciclo para o cultivo, repetindo os índices de produtividade da colheita anterior - que marcaram números recordes dentro da série histórica de produção da pluma. "Mesmo com o problema de estiagem no início do plantio em algumas regiões, o cotonicultor conseguiu contornar as possíveis perdas pelo clima e seguir uma boa safra no Cerrado", comenta Érick Cancian, gerente de proteção de cultivos para o Algodão da Bayer.

Desde fevereiro, a retomada das chuvas regulares e bem distribuídas, no Mato Grosso e na Bahia, favoreceram o desenvolvimento do cultivo. A maior parte das lavouras, principalmente as de safrinha na região mato-grossense, está entre o estágio de florescimento e enchimento dos frutos. "Neste período, é de extrema importância o monitoramento contínuo das doenças foliares e do bicudo-do-algodoeiro, que têm causado grandes perdas para o algodão nos últimos anos. Por isso, o cotonicultor deve estar atento às aplicações corretas de fungicidas e inseticidas para obter o máximo de produtividade", completa Cancian.

No Cerrado, onde se concentra a maior parte da produção nacional da pluma, as condições climáticas, de alta umidade, são favoráveis à incidência de fungos, com destaque para a mancha de ramulária e a mancha alvo. Pensando no desafio que é fazer o controle de doenças neste ambiente, a Bayer desenvolveu o fungicida Fox®Xpro, que conta com três ingredientes ativos, que possibilitam ação tríplice no complexo de doenças do algodão. A fórmula atua nas diferentes fases do ciclo de vida do fungo e proporciona mais sanidade das plantas - o que se transforma em maior potencial produtivo.

"A carboxamida, presente na formulação do produto, é uma importante aliada para o produtor, contribuindo com outros modos de ação, sejam eles de sítio específico ou multissítio. Vale reforçar que o agricultor deve pensar, sempre, em todo o sistema produtivo da cultura para ter um controle cada vez mais efetivo destas doenças nas lavouras. A mancha alvo, por exemplo, é uma doença muito importante na soja e que no algodão tem ganhado relevância - por isso é importante que o manejo preventivo do fungo seja feito considerando todo o sistema, já que a doença pode permanecer nos resíduos da cultura anterior", reforça Cancian.

Quando o assunto é praga, segundo o especialista, o produtor deve se atentar ao bicudo-do-algodoeiro - que pode impactar 70% a produtividade da pluma. Diversas características tornam o inseto uma praga de difícil controle no algodão, como: a diapausa, o ciclo biológico curto e a alta capacidade reprodutiva. Por isso, entre as estratégias de manejo da praga, a aplicação de inseticidas é uma importante ferramenta.

"No caso do bicudo, a Bayer passou a oferecer, recentemente, uma nova solução, que é o inseticida Curbix®. O produto proporciona efeito de choque e residual prolongado no controle do inseto. Seu uso é indicado para programas de manejo de resistência a inseticidas. Dessa forma, é possível reduzir a pressão de seleção de pragas menos sensíveis aos defensivos e manter altos níveis de controle do bicudo na cultura", explica.

O manejo de pragas na cotonicultura começa pela escolha da biotecnologia

Outra ferramenta essencial para aprimorar o controle das pragas é a escolha da biotecnologia. Segundo Rafael Mendes, líder da área de sementes para algodão da Bayer, a empresa, este ano, conquistou a preferência dos cotonicultores com variedades contendo a tecnologia Bollgard II RR Flex™.

"Alguns números reforçam esta posição, os estudos da AMIS/Kleffmann e da BIP/Spark mostram que, nas últimas safras, os produtores que utilizaram a biotecnologia da Bayer atingiram uma produtividade, em média, de 12 arrobas de plumas por hectare a mais. Gerando um potencial de ganho de 309 dólares por hectare, somente em produtividade e rendimento de fibra", detalha Mendes.

A Bollgard II RR Flex™ é parte da estratégia da Bayer para o manejo de insetos na cultura do algodão e traz para o cotonicultor proteção contra os danos causados pelas principais lagartas da cultura, como: falsa medideira, curuquerê, lagarta rosada e lagarta da maçã.

"No que tange o controle de plantas daninhas, o produtor tem a flexibilidade para usar o glifosato em seu manejo, uma vez que biotecnologia é tolerante a este herbicida. Trata-se, portanto, de uma solução que protege e potencializa a produtividade do cotonicultor, gerando um benefício potencial total de 639 dólares por hectare ao agricultor. Por isso, diversas cultivares com a tecnologia Bollgard II RR Flex™ estão à disposição do agricultor, sendo comercializadas por algumas empresas de melhoramento genético de algodão, como a Embrapa, IMA, TMG e DELTAPINE", completa.

Para Maurício Garcia, diretor de negócios da Tropical Melhoramento & Genética (TMG), o uso da biotecnologia é essencial para garantir mais rentabilidade ao cotonicultor. "A cultura do algodão exige um alto investimento em inovação e nível técnico para garantir um aumento de produção, safra a safra, como vem acontecendo no Brasil. Isso quer dizer que a adoção de uma boa biotecnologia, hoje, é quase unânime entre os produtores da cultura, uma vez que, sem dúvida, ela garante mais segurança no manejo de pragas e plantas daninhas e, consequentemente, nos índices de produtividade e qualidade da pluma", conclui Garcia

Como a agricultura digital pode contribuir com a produtividade?

Soluções como o Climate FieldView™, que coleta e processa automaticamente dados de campo de forma simples e integrada, gerando mapas e relatórios em tempo real, permitem que o cotonicultor entenda os fatores que estão impactando a produtividade e, com isso, tome melhores decisões para as próximas safras - como onde é preciso cuidar mais do solo, da planta ou das pragas e doenças.

"É possível, durante a própria safra, corrigir eventuais problemas que são identificados, por meio das informações das operações de plantio, pulverização e dos mapas do Diagnóstico FieldView", esclarece o consultor de Experiência do Cliente da Climate, Pedro Antonelli.

Segundo o especialista a ferramenta registrou sua primeira safra na cotonicultura brasileira em 2018. "Este é o segundo ano da Climate FieldView™ no cultivo e já tivemos bons resultados no campo. É importante destacar que a cultura do algodão é de alto valor agregado e muita técnica, neste sentido a ferramenta tem ajudado muitos cotonicultores na garantia da qualidade das operações, como a de pulverização, por exemplo", finaliza.

A Bayer se preocupa em oferecer não só um portfólio integrado de produtos e serviços, mas também uma experiência completa, com toda uma rede de apoio ao cliente e uma equipe de especialistas, que presta todo o suporte necessário ao agricultor. Para saber mais acesse: agro.bayer.com.br.

 

 

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