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Sanidade : Peste Suína Africana se alastra pela Ásia, África e Europa.

 
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Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês), 411 novos surtos da doença foram notificados entre os dias 31 de janeiro e 13 de fevereiro. Com isso, o número total de focos em andamento subiu para 9.449, sendo 4.861 apenas no Vietnã e 3.225 na Romênia. Dos novos casos, 239 foram notificados pela Europa, informa o Estadão.

Países - De acordo com a OIE, surtos novos ou em andamento foram registrados em 23 países. Na Europa, Bulgária, Grécia, Hungria, Letônia, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia, Sérvia, Eslováquia e Ucrânia informaram sobre a incidência da doença. Na Ásia, China, Indonésia, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Laos, Mianmar, Filipinas, Rússia, Timor Leste e Vietnã. A Rússia é citada na Ásia e/ou na Europa, dependendo do local do foco. Já na África, casos foram detectados na Costa do Marfim, Serra Leoa, África do Sul e Zimbábue.

Perdas - No período de cobertura do levantamento, foram notificadas perdas de 19.207 animais. A maior parte desse número foi observada na Ásia, com 18.388 animais. Na Europa, foram registradas 212 perdas, enquanto na África, 607 animais foram eliminados.

Levantamento quinzenal - Os dados foram publicados em levantamento quinzenal divulgado na última terça-feira (11/02).

Suinocultura brasileira - O avanço da doença na Europa, África e Ásia pode beneficiar a suinocultura brasileira, que não registra casos de peste suína africana. A expectativa é que o Brasil possa elevar as exportações de carne suína devido às restrições que o mercado internacional impõe a países com focos de ASF.

Área livre - Paralelamente, o surgimento de novos casos na Europa, Ásia e África exige que o Brasil mantenha os esforços para continuar como área livre de peste suína africana.

 

 

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