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Ano Novo chinês pode atrasar importações.

 
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Especialista Samanta de Souza Brito, da Ativo Soluções em Comércio Exterior, recomenda antecipação de negociações para não comprometer prazos

Diferente do ocidente, o ano novo chinês é comemorado de acordo com a lunação em consonância com a posição do Sol, e neste ano a data da virada será no próximo sábado, dia 25 de janeiro. Esse período pode apresentar inúmeros reflexos no comércio exterior, com ênfase no Brasil, já que a China é atualmente um dos principais importadores do país, com inúmeras empresas dependendo diretamente dos produtos chineses, como insumos e maquinários. O fluxo de cargas nesse período é menor, o que pode comprometer importações.

O mercado internacional representa grande parte da economia chinesa, considerada uma das maiores potências mundiais. O país ocupa o topo do ranking de exportação e está entre os três maiores importadores do mundo, “por isso é recomendado antecipar negociações com o país, para assegurar prazos e garantir suprimentos. Tanto as operações portuárias quanto voos de cargas sofrem alterações durante esse período”,  explica a sócia-fundadora da Ativo Soluções em Comércio Exterior, Samanta de Souza Brito.

Exportadores e importadores que trabalham junto ao mercado chinês devem sempre readequar o planejamento nesta época, para não comprometer os processos na cadeia produtiva de suas empresas. O fluxo deve voltar ao normal a partir da próxima semana, estabilizando de acordo com a demanda dos portos e aeroportos. 

 

 

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