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França proíbe Flupiradifusona e Sulfoxaflor.

 
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Os pesticidas com o mesmo modo de ação que os neonicotinóides, a flupiradifurona e a sulfoxaflor, agora são proibidos na França, de acordo com um decreto publicado no Diário Oficial. De acordo com as informações, esses defensivos foram proibidos porque estariam causando danos às abelhas. 

A medida indica que os neonicotinóides, que surgiram na década de 1990 e se tornaram os inseticidas mais amplamente utilizados no mundo, atacam o sistema nervoso de insetos e, portanto, polinizadores. Mesmo em doses baixas, as abelhas e os zangões ficam desorientados, não conseguem mais encontrar sua colmeia e o esperma dos machos é danificado. 

Cinco neonicotinóides (clothianidina, tiametoxam, imidaclopride, tiaclopride e acetamipride) já haviam sido banidos de qualquer uso fitossanitário em setembro de 2018. Em setembro, após a votação da lei Egalim, o Ministério da Transição Ecológica havia consultado um projeto de decreto para adicionar sulfoxaflor e flupiradifurona a essa lista. 

Mesmo antes dessa proibição, que entrou em vigor em 1º de janeiro, nenhuma das duas substâncias estava disponível em produtos comercializados na França. Ao propor suposto risco às abelhas, a justiça suspendeu no início de dezembro e proibiu a venda de dois produtos à base de sulfoxaflor da fabricante americana Dow AgroSciences (Corteva). 

A Agência Francesa de Segurança da Saúde (ANSES), que havia autorizado em 2017 a comercialização desses dois produtos, decidiu não contestar a decisão, citando a próxima proibição dos dois novos neonicotinóides. “O artigo D.253-46-1 do Código Rural e da Pesca Marítima é complementado por dois parágrafos com a seguinte redação: ‘As substâncias ativas que apresentam modos de ação idênticos aos da família dos neonicotinoides e mencionadas no parágrafo II do artigo L. 253-8 são as seguintes: - Flupiradifurona, - Sulfoxaflor’”, disse o comunicado francês. 

 

 

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