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Brasil tem 1º laboratório móvel de controle biológico.

 
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Foi lançado esse mês no Brasil o primeiro laboratório móvel desenvolvido no País para suporte ao manejo de lagartas com inseticidas à base de baculovírus. A inovação, trazida pela empresa australo-americana AgBiTech, possibilita transferir conhecimento à cadeia produtiva do agronegócio, visando o uso racional de inseticidas nas lavouras.

Instalado no interior de um caminhão, o laboratório móvel é conduzido por profissionais “altamente especializados no manejo de pragas, incluindo engenheiros agrônomos que detêm títulos de mestres e doutores”, aponta a AgBiTech.

“Graças a essa estrutura, levamos informação de qualidade a clientes e parceiros. Enfatizamos nos encontros o posicionamento técnico de produtos da AgBiTech e a identificação das diferentes espécies de lagartas que atacam as lavouras”, explica o engenheiro agrônomo Gustavo Shiomi, gerente de marketing da AgBiTech.

De acordo com o agrônomo, o laboratório móvel também tem sido utilizado com sucesso em atividades de treinamento para consultores, pesquisadores, agricultores e funcionários de fazendas, além de atrair o interesse de visitantes de feiras agrícolas e participantes de dias de campo organizados pela empresa.

Segundo Shiomi, pouco antes do início da safra o laboratório móvel atendeu mais de 400 agricultores e profissionais do agro, tendo percorrido acima de 6 mil quilômetros nas principais regiões agrícolas. Até o final da safra, acrescenta ele, em torno de 20 mil quilômetros terão sido cobertos pela estrutura itinerante, na Bahia, em Goiás, no Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

“O laboratório móvel tem por objetivo assegurar a clientes da empresa uma experiência positiva com produtos à base de baculovírus. A estrutura itinerante ajuda ainda a consolidar a imagem da marca como especialista no manejo de lagartas e fortalece parcerias nos canais de distribuição. Iremos nesta safra a locais que nunca contaram com esse modelo de suporte, sobretudo em virtude de dificuldades de acesso, como ocorre em áreas do Maranhão e Tocantins”, ressalta Shiomi.

Presente no Brasil há três anos, a AgBiTech projeta saltar de 500 mil hectares para dois milhões de hectares tratados com seus bioinseticidas, entre a safra passada e a atual. O portfólio da empresa é formado atualmente por quatro itens, comercializados com as marcas Armigen, Cartugen, Chrysogen e Surtivo Soja.

De acordo com o diretor geral da AgBiTech para a América Latina, Adriano Vilas Boas, o portfólio da marca tem surpreendido produtores pelo bom desempenho no controle de lagartas cuja pressão cresce safra após safra, principalmente Helicoverpa armigera, Chrysodeixis includens (falsa-medideira) e o complexo de Spodoptera.

Vilas Boas acrescenta que a AgBiTech introduzirá no mercado, ainda na safra 2019-20, outras tecnologias em suporte à aplicação de bioinseticidas à base de baculovírus, incluindo aplicativos de monitoramento a campo e armadilhas digitais para mariposas. “Focamos no manejo inteligente de lagartas e isso pressupõe trazer ferramentas inovadoras e eficazes ao produtor”, finaliza o executivo.

 

 

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