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Produtores aceleram investimentos em tecnologia para maior produtividade no campo.

 
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Após uma colheita histórica de grãos, impulsionada pelo milho segunda safra, produtores de todo o País fazem um balanço dos pontos altos deste ano e investem em seus planejamentos com o objetivo de obter novos patamares no próximo ciclo 2019/2020.

Produtor em Palotina (PR), Eloir Paulo Gris conta que alcançou uma produtividade de 184 sacas por hectare com o MG580 na abertura de plantio e de 152,8 sacas por hectare com o 30A37 no fechamento, superando a média da região, que atingiu o melhor indicador dos últimos anos com 124 sacas por hectare. “O resultado é reflexo do planejamento que precisa ser aprimorado a cada safra, contemplando entre os fatores primordiais a análise criteriosa da semente, a época de plantio e o manejo adequado”, enfatiza.

Em Nova Ponte (MG), o produtor Fabiano Resende está sempre atento à novas tecnologias para manter a competitividade no campo. Na segunda safra deste ano, testou o novo MG545 pela primeira vez em escala comercial e obteve uma produtividade de 165 sacas por hectare. “O híbrido resistiu à infestação de cigarrinha no estado e a uma chuva de granizo, além de demonstrar alta produtividade e qualidade do grão. Planejamos aumentar em 50% a área com a cultivar na próxima safra de inverno”, afirma.

“Temos investido fortemente em pesquisa e desenvolvimento para apoiar os produtores com soluções integradas que possam estimular a eficiência no campo, maximizar a produtividade e agregar qualidade ao mercado de grãos”, diz Diogênes Panchoni, engenheira agrônoma e líder de Marketing da Morgan.

Rodrigo Ribeiro, agrônomo e gerente técnico do grupo O Telhar, no Mato Grosso, comenta que o híbrido MG580 foi plantado em 27% da área de segunda safra da empresa, apresentando produtividade média de 132,31 sacas/ha e máxima de 158,16 sacas/ha em Primavera do Leste e de 174,53 sacas/ha em Rondonópolis, bem acima da média total de produção da companhia, que girou em torno de 120 sacas/ha. “A cultivar foi utilizada na abertura e meio de plantio e teve o melhor desempenho em campo, com sua rusticidade e alto teto produtivo, mostrando tolerância ao estresse hídrico e à pressão de pragas e doenças da região. Devemos ampliar a participação do híbrido no planejamento de safra, já que é importante ter materiais que ofereçam não apenas máxima produtividade, mas estabilidade e qualidade do grão”, conclui.

 

 

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