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Em GO, 1,3 bilhões em projetos de etanol estão ameaçados.

 
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Segundo maior produtor de etanol do País, o Estado de Goiás tem ao menos R$ 1,3 bilhão em futuros investimentos para produção do biocombustível que podem não sair do papel. O motivo é um projeto de lei que acaba com o crédito recebido pelas usinas, de 60% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), recolhido na venda de álcool anidro.

André Rocha (Foto), presidente executivo dos Sindicatos da Indústria de Fabricação de Açúcar e de Etanol (Sifaeg/Sifaçúcar), diz à coluna que os planos estão ameaçados. “Temos quatro novos projetos de usinas de etanol a partir de milho que podem ser prejudicados, além de muitos outros em estudo.”

O executivo conta que, das 35 usinas de Goiás, 13 estão em recuperação judicial, situação que só pioraria com a proposta aprovada pela Assembleia Legislativa. O setor contribui com 30% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial de Goiás, 7,2% do PIB total do Estado e 5% do recolhimento de impostos.

Menos

Autor do projeto de lei, o deputado estadual Humberto Aidar (MDB) avalia, na justificativa da proposta, que o papel do Estado “de incentivador desse segmento há muito se esgotou” e que “o setor alcooleiro passa atualmente por um momento muito favorável, conforme amplamente divulgado pela imprensa”.

 

 

 

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