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Brasil inicia negociações de livre comércio com México, diz secretário

 
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O Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, disse nesta segunda-feira (9) que o governo brasileiro iniciou formalmente negociações de livre comércio com o México esta semana.

Falando em uma conferência organizada pelo Conselho Empresarial Brasil-China, Troyjo disse que o Brasil espera aumentar o comércio com o México, destacando a venda de produtos agrícolas. Ele disse que as negociações fazem parte dos esforços do Brasil para abrir sua economia e negociar mais com o resto do mundo.

 

Automóveis e autopeças

 

A afirmação do secretário ocorre meses depois da entrada em vigor de um acordo entre Brasil e México que estabelece, pela primeira vez, o livre comércio para importação de automóveis e autopeças entre os países. O decreto foi assinado em 2002 e a partir de agora retirou quaisquer barreiras para as trocas comerciais.

No começo de setembro, o Brasil assinou ainda com a Argentina um acordo que prevê livre comércio de carros entre os dois países a partir de 2029. O país sul-americano é o maior cliente da indústria brasileira nesse setor, mas as vendas têm caído com a crise econômica que o mercado argentino enfrenta nos últimos anos.

 

Acordos recentes do Mercosul

 

No final de agosto deste ano, o Mercosul (integrado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) fechou um acordo de livre comércio com o Efta (Associação Europeia de Livre Comércio, que reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein). As conversações entre os dois blocos começaram em janeiro de 2017 e foram concluídas agora, após dez rodadas de negociação.

O acordo prevê compromissos de redução tarifária, simplificação regulatória nas áreas de serviço, investimento, compras governamentais, facilitação de comércio, cooperação aduaneira, medidas sanitárias e fitossanitárias e desenvolvimento sustentável.

Também em 2019, em junho, o Mercosul chegou a um acordo com a União Europeia, após 20 anos de negociações. O acordo vai zerar tarifas para importantes produtos agrícolas exportados pelo Brasil, como suco de laranja, frutas e café solúvel. As taxas para exportar produtos industriais também serão eliminadas. Haverá ainda cotas para a venda de carnes, açúcar e etanol.

 

 

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