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Casos de depredação e roubo são registrados nos cemitérios de Santarém

Mais de 20 casos de furtos já foram registrados em apenas dois meses de 2019.

 
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Casos de vandalismo e furtos têm sido registrados com maior frequência nos cemitérios centrais de Santarém, no oeste do Pará. De julho deste ano até ao início de setembro foram mais de 20 casos de furtos comunicados à administração dos cemitérios Nossa Senhora dos Mártires e São João Batista.

Os furtos acontecem nos horários de pouca movimentação. Em geral, são levadas peças de mármore, vasos e metais, objetos que são vendidos no comércio e estimulam o tráfico de drogas. O administrador dos cemitérios e trabalhadores já chegaram a flagrar a ação.

“Eles andam com uma faca para ajudar na retirada de objetos das sepulturas que contêm metal e bronze, justamente pra trocar por drogas”, relatou o administrador do cemitério, Abraão Pimentel.

A polícia tem dificuldade para identificar os criminosos, porque as ações são praticadas durante a madrugada. E quando a polícia é acionada não se sabe ao certo quando quando o ato aconteceu.

O comandante do 3° BPM, tenente coronel Tarcísio Costa esclareceu que a ronda é externa, mesmo assim, a PM atende os chamados quando vândalos ou furtos são flagrados.

“Quando constatado que houve furto de objetos do local, as pessoas devem procurar primeiramente a administração do cemitério, para verificar se tem vigilância por câmeras, e também a Polícia Civil, para que possa fazer uma investigação para tentar localizar as pessoas que fazem isso, e recuperar os objetos furtados”, observou o comandante.

Nos cemitérios Nossa senhora dos Mártires e São João Batista, o número de vigias é reduzido, um por plantão. Para reforçar a segurança as pessoas que prezam por decorar túmulos e mausoléus instalam grades e cadeados, uma forma de tentar evitar que os objetos sejam levados.

 

 

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