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Construtoras de São Paulo pagam 1 ano de condomínio a quem comprar apartamento até o próximo dia 15

 
Fachada do empreendimento Praça Airosa, da REM Construtora -   / Divulgação REM Construtora
Fachada do empreendimento Praça Airosa, da REM Construtora / Divulgação REM Construtora / Divulgação REM Construtora

Marcas fortes da zona oeste da capital, Paulo Mauro e REM Construtora fazem campanha de incentivo a vendas até o próximo dia 15, em linha com a iniciativa ‘Semana do Brasil’, concebida para movimentar a indústria e o varejo no País

 

São Paulo – Marcas fortes do mercado imobiliário da zona oeste da cidade, a Construtora Paulo Mauro e a REM Construtora iniciaram no último fim de semana uma campanha de vendas atrelada a 10 de seus empreendimentos residenciais. As empresas pagarão um ano de condomínio a quem comprar, até o próximo dia 15, apartamentos em estoque localizados nos bairros Bela Vista, Perdizes, Pompeia e Vila Romana.

 

Segundo as incorporadoras, os edifícios integrados à campanha são formados por unidades de 37,5 m² até 152 m² privativos e vendidos a preços a partir de R$ 395 mil até cerca de R$ 1,6 milhão. Do lado da REM, a medida vale para os empreendimentos D’House, Praça Airosa, Vista Pompeia e Vivanti. A Paulo Mauro estendeu a proposta aos edifícios Casa Leopoldina, Forme, Frame, Just, Mark, Ville de France. Detalhes sobre cada edifício estão nos websites das empresas.

 

Otimistas com as perspectivas do mercado imobiliário, as duas empresas informam ainda que lançarão cerca de R$ 1 bilhão em imóveis até 2020. Parte desse investimento, acrescentam, será realizado em sociedade – as construtoras são controladas por ramos distintos da família Mauro, com forte tradição de empreendedorismo no mercado imobiliário paulistano.

 

A Paulo Mauro foi aberta há 64 anos, pelo engenheiro civil que lhe dá nome. Ele conta hoje mais de 90 anos de idade. Já a REM, prestes a completar 30 anos, teve como fundador o também engenheiro Renato Mauro, sobrinho de Paulo.

 

Rodrigo Mauro, sócio-diretor da REM, afirma que as empresas captam terrenos para incorporações. Seu primo Marcos Mauro, sócio-diretor da Paulo Mauro, lembra que ambas se mantiveram confiantes lançando imóveis no ciclo 2014-18, no auge da retração do setor. Nesse período, A REM colocou no mercado 1 218 unidades em oito edifícios, com valor de vendas da ordem de R$ 500 milhões, enquanto a Paulo Mauro lançou R$ 450 milhões em seis empreendimentos.

 

“Nossa estratégia, cautelosa, foi seguir no mercado de nicho, com foco preferencial na zona oeste da cidade, além de portfólio formado por edifícios de médio e alto padrão bem construídos e de boa localização”, diz Marcos Mauro. “A hora é de acelerar de novo, porque o mercado vai melhorar e necessitamos ter produtos para atender ao morador ou cliente investidor”, conclui Rodrigo Mauro.

 

 

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