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Mulher denuncia suposta tortura dentro do Centro de Recuperação Feminino em Ananindeua

O Ministério Público Federal MPF entrou com uma ação contra a união e estado do Pará para que sejam apuradas denuncias de que presos estariam sendo torturados em presídio s no Pará.

 

Uma mulher que estava presa no Centro de Detenção Feminino em Ananindeua, região metropolitana de Belém, afirma que na última quarta-feira (4), foi agredida durante uma revista feitas por agentes do Departamento Penitenciário Nacional. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação contra a união e estado do Pará para que sejam apuradas denuncias de que presos estariam sendo torturados, agredidos e vivendo em celas com péssimas condições no presídio em Santa Izabel do Pará. O G1 aguarda um posicionamento do MPF sobre as denúncias feitas do presídio em Ananindeua.

“Eles entraram jogando bomba, mandando a gente ir pro fundo da cela e tirar a roupa. Foram os homens que mandaram a gente tirar nossas roupa”, conta a ex-detenta.

Segundo familiares, detentas do CRF relataram maus tratos em ação do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para retomada de controle da unidade. De acordo com os parentes, foram ouvidos gritos de dentro da unidade penitenciária.

Na última sexta-feira (6), o Governo do Pará suspendeu as visitas no Complexo. Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), o objetivo da medida é garantir a segurança dos internos, familiares e servidores do sistema prisional. Advogados das detentas também só podem entrar mediante agendamento.

Em nota, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) informou que todos os procedimentos no CRF citados na reportagem foram realizados por agentes mulheres que fazem parte da Força Nacional ou da Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará.

 

 

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