Mundo

Mundo

Fechar
PUBLICIDADE

Mundo

Rússia e Ucrânia trocam prisioneiros

A relação entre os dois países está deteriorada desde 2014, quando a Rússia anexou a Crimeia.

 
 -   /
/ /

A Rússia e a Ucrânia trocaram 70 prisioneiros neste sábado (7) –cada país enviou um avião com destino à capital do outro no mesmo momento.

A expectativa é que a troca alivie a tensão entre os dois vizinhos, no meio de um conflito que entra em seu quinto ano.

Entre os detidos que foram libertados estão 24 marinheiros ucranianos, que haviam sido detidos perto da Crimeia em novembro de 2018 –eles haviam sido capturados em três navios quando tentavam atravessar pelo Estreito de Kerch, a única rota para alguns portos da Ucrânia.

Um cineasta ucraniano, Oleg Sentov, que havia sido condenado a 20 anos de prisão na Rússia por terrorismo, também foi libertado.

Anexação da Crimeia e rebeldes ucranianos

As relações entre os dois países pioraram muito em 2014, quando a Rússia anexou a península da Crimeia, que era da Ucrânia, e rebeldes iniciaram uma insurgência no leste da Ucrânia apoiados pelos russos.

Imagem de 2017 mostra mulher que chora em um muro memorial com fotos de militares mortos no conflito com separatistas pró-russos no leste do país, em Kiev, na Ucrânia. O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse que cerca de 10 mil pessoas, tanto militares como Civis, foram mortos na região de Donetsk desde 2014 — Foto: Efrem Lukatsky/AP Imagem de 2017 mostra mulher que chora em um muro memorial com fotos de militares mortos no conflito com separatistas pró-russos no leste do país, em Kiev, na Ucrânia. O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse que cerca de 10 mil pessoas, tanto militares como Civis, foram mortos na região de Donetsk desde 2014 — Foto: Efrem Lukatsky/AP

Imagem de 2017 mostra mulher que chora em um muro memorial com fotos de militares mortos no conflito com separatistas pró-russos no leste do país, em Kiev, na Ucrânia. O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse que cerca de 10 mil pessoas, tanto militares como Civis, foram mortos na região de Donetsk desde 2014 — Foto: Efrem Lukatsky/AP

Mais de 13 mil pessoas morreram no conflito nas regiões de Donetsk e Luhansk.

Em abril, os ucranianos elegeram um novo presidente, Vladimir Zelensk, que afirmou que sua maior prioridade é terminar o conflito.

Autoridades russos disseram que o progresso de uma soltura de prisioneiros é vital para melhorar a “atmosfera que envolve uma resolução da crise ucraniana”.

 

 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE