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Operação Maçã Envenenada: Polícia Civil desarticula associação criminosa que comercializava celulares de origem ilegal

 

As equipes de policiais civis das Delegacias de Barro Alto e Goianésia prenderam preventivamente, na manhã dessa quinta-feira (5), os comerciantes Paulo Vittor Andrade, 24 anos, e Luana Otoni Carneiro, de 22, suspeitos de integrarem uma associação criminosa especializada na compra e venda de celulares de origem ilícita. Na ocasião também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas três lojas dos suspeitos: Império do Iphone, Paulo Celulares e Informática e Capinhas e Cia, todas na cidade de Goianésia.

Os suspeitos também foram autuados em flagrante pelo crime de receptação qualificada, pois com eles foram localizados celulares produto de furto/roubo.

A partir das investigações do suicídio de Joabe Ferreira Martins, ocorrido no dia 3 de junho último, descobriu-se que este integrava uma associação criminosa especializada no comércio de aparelhos telefônicos de origem ilícita, produto de furto/roubo, sendo que JOABE seria o intermediador entre comerciantes da cidade de Goianésia e o responsável por desbloquear os aparelhos com restrição de uso do site da ANATEL ou junto às operadoras. A lista era chamada por eles de Black List.

Aprofundando as investigações, a Polícia Civil verificou que Paulo Vittor Andrade e Luana Otoni Carneiro integravam a associação criminosa e eram os responsáveis pela compra e venda de celulares de origem ilícita, em especial Iphone, com restrição de furto e roubo. Constatou-se também que vários celulares vendidos pelos suspeitos a terceiros de boa fé, foram bloqueados pela ANATEL.

A Delegada responsável pelo caso, Poliana Bergamo, adverte: “Sempre desconfiem de produtos comercializados com preço abaixo do praticado no mercado. Exija nota fiscal, pois é a garantia de regularidade do processo de compra. Adquira bens com observância dos trâmites legais. A receptação alimenta os crimes de furto e roubo e gera aumento na violência.”

Os suspeitos responderão pelos crimes de associação criminosa e receptação qualificada, que prevê uma pena de prisão de um a três anos e três a oito anos, receptivamente.

 

 

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