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Estão disponíveis as agromensais de Agosto/19

 

AÇÚCAR: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 4,43% em agosto, fechando a R$ 61,26/saca de 50 kg no dia 30. A média mensal foi de R$ 60,07/saca, 0,61% superior à de julho (R$ 59,70/sc) e 16,65% acima da média de agosto/18 (R$ 51,49/sc), em termos nominais. No acumulado da atual temporada 2019/20 (de abril/19 a agosto/19), os preços médios seguem superiores aos do mesmo período da safra 2018/19, em termos reais. Leia mais.

 

ALGODÃO: A comercialização de algodão em pluma seguiu lenta ao longo de agosto. Agentes priorizaram os embarques de contratos a termo destinados aos mercados interno e externo, alegando que foram realizados a valores superiores aos praticados atualmente. Assim, com boa parte da produção comprometida, cotonicultores estiveram focados na colheita e no beneficiamento da safra 2018/19. Os vendedores ativos estiveram firmes nos valores pedidos, até mesmo para os lotes com alguma característica, como micronaire. Leia mais.

 

ARROZ: Os preços de arroz em casca subiram em agosto, recuperando parte das perdas registradas em julho, devido ao maior interesse comprador e à restrição vendedora. Entretanto, a nova safra teve início com valores menores que os registrados no mesmo período de 2018. O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, registrou alta de 4,4% em agosto, fechando a R$ 44,79/sc de 50 kg no dia 30 – de janeiro a agosto, o aumento é de 11,5%. A média mensal do Indicador, de R$ 43,75/sc, ficou 1,6% acima da média de julho/19, porém, 5,5% menor que a média de agosto/18 (dados atualizados pelo IGP-DI de julho/19). Leia mais.

 

BOI: Os preços da arroba do boi gordo estiveram firmes ao longo de agosto. No mês, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 (estado de São Paulo, à vista) acumulou alta de 2,78%, fechando a R$ 157,05 no dia 31. Os valores foram sustentados pela baixa oferta de animais prontos para abate neste período de entressafra e pelo bom desempenho das exportações nacionais, tendo em vista que a demanda doméstica continuou arrefecida. Leia mais.

 

CAFÉ: As cotações domésticas do café arábica seguiram em baixa em agosto. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 408,74/saca de 60 kg, 3,5% inferior à de julho. Leia mais.

 

ETANOL: A demanda das distribuidoras por etanol seguiu firme na primeira quinzena de agosto, assim como os preços. Já, na segunda metade do mês, os valores recuaram, devido a necessidades financeiras e/ou de espaços nos tanques das usinas. Leia mais.

 

FRANGO: O fraco ritmo de vendas em agosto frustrou as expectativas de agentes, que esperavam que o fim das férias escolares, dentre outros fatores, melhorasse a liquidez da carne – vale lembrar que o produto é usado na merenda. Leia mais.

 

MILHO: Os preços do milho estivem em alta na maior parte de agosto. Na primeira semana do mês, as cotações subiram, interrompendo o movimento de queda observado em julho, devido à alta cambial e à consequente demanda mais aquecida nos portos. Já na segunda semana de agosto, os preços voltaram a cair na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, pressionados pelo recuo internacional. Esse cenário resultou em compradores retraídos, à espera de preços menores nas próximas semanas. Leia mais.

 

OVINOS: Em agosto, as cotações da carne ovina tiveram movimentação distinta daquela verificada para o cordeiro vivo. Enquanto os preços da carcaça se mantiveram estáveis ou avançaram em relação aos de julho, os valores do animal tiveram variações menos uniformes dentre os estados acompanhados pelo Cepea, inclusive com quedas expressivas. Leia mais.

 

SOJA: A valorização do dólar, o baixo excedente da soja brasileira e a expectativa de maiores demandas externa e interna impulsionaram os preços da oleaginosa brasileira em agosto. O dólar se valorizou expressivos 6,5%, com média mensal de R$ 4,0238, a terceira maior desde o início do Plano Real. Leia mais.

 

TRIGO: As cotações domésticas do trigo oscilaram com certa força ao longo de agosto, mas fecharam o mês em alta. Do lado comprador, muitos estiveram retraídos, no aguardo de aumento na oferta com o início da colheita e de possíveis valores inferiores aos observados no primeiro semestre deste ano. Já vendedores, por sua vez, pediram preços maiores por lotes remanescentes de trigo, de olho na produtividade e na qualidade do grão da temporada 2019/20, que podem ser prejudicadas pelo clima desfavorável. Leia mais.

 

 

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