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Bolsa de Chicago abre a quinta-feira com ganhos para as cotações do milho

 
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A quinta-feira (05) começa com valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 2,00 e 2,50 pontos por volta das 08h44 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/19 era cotado à US$ 3,48 com alta de 2,25 pontos, o dezembro/19 valia US$ 3,61 com valorização de 2,50 pontos, o março/20 era negociado por US$ 3,74 com ganho de 2,50 pontos e o maio/20 tinha valor de US$ 3,82 com elevação de 2.

Segundo informações do Successful Farming, os preços do milho foram mais altos nas negociações da noite para o dia, em meio a previsões de clima potencialmente mais frio e seco no centro dos Estados Unidos.

O Commodity Weather Group disse nesta semana que um padrão mais seco é esperado em partes do nordeste do Centro-Oeste até a próxima semana. As chuvas, no entanto, devem retornar a partes de Iowa e ao longo da fronteira entre Dakota do Norte e Dakota do Sul na próxima semana, o que limitará a propagação da secura.

Donald Keeney, meteorologista da Maxar, disse em um relatório que espera que as chuvas favoreçam partes do noroeste do Cinturão do Milho no fim de semana e depois se espalhem pelas áreas centro-oeste no domingo.

Confira como fechou o mercado na última quarta-feira:

Cotações do milho encerram a quarta-feira desvalorizadas na Bolsa de Chicago

Mercado pressionado por melhor classificações das colheitas e previsões meteorológicas

A quarta-feira (04) chega ao final com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram quedas entre 2,00 e 3,75 pontos.

O vencimento setembro/19 foi cotado à US$ 3,46 com queda de 3,75 pontos, o dezembro/19 valeu US$ 3,58 com baixa de 2,50 pontos, o março/20 foi negociado por US$ 3,71 com desvalorização de 2,50 pontos e o maio/20 teve valor de US$ 3,80 com perda de 2 pontos.

Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 0,86% para o setembro/19, 0,83% no dezembro/19, de 0,80% para o março/20 e de 0,52% para o maio/20.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho em Chicago caíram pela terceira sessão consecutiva na quarta-feira, estabelecendo mínimos de vida do contrato, uma vez que a melhoria das classificações das colheitas e as previsões meteorológicas benignas aumentaram a confiança nas perspectivas de colheita nos EUA.

“O milho estendeu sua queda depois que o Departamento de Agricultura dos EUA classificou 58% da safra de milho dos EUA em boas ou excelentes condições, acima dos 57% da semana anterior, em linha com as expectativas do comércio”, diz Julie Ingwersen da Reuters Chicago.

A publicação aponta ainda que o desenvolvimento da safra está abaixo do normal após os atrasos generalizados no plantio da primavera, mas as previsões apontam temperaturas sazonais ao longo de setembro que devem prolongar a estação de cultivo do Centro-Oeste, aumentando as chances de que as lavouras tenham tempo para amadurecer.

“O comércio analisa os mapas de 16 a 30 dias (previsão do tempo) e não vê geadas. Isso foi o suficiente para diminuir os comprimentos do mercado”, disse Don Roose, presidente da US Commodities, com sede em Iowa.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a terça-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pelo Notícias Agtrícolas, a única praça que apresentou desvalorização foi Assis/SP (2,91% e preço de R$ 30,00).

Já as valorizações apareceram apenas em Sorriso/MT disponível (4,65% e preço de R$ 22,50) e Sorriso/MT balcão (5,26% e preço de R$ 20,00).

A XP Investimentos aponta que o mercado físico de milho está vazio, com preços guiados por ofertas de compra e venda e agentes atentos aos preços de Chicago e do dólar.

“Lá fora, as referências registram baixas consecutivas, com players percebendo uma melhora no clima no curto prazo. O USDA, inclusive, divulgou melhora de 1% nas condições de lavoura ontem, para 58% em condições ótimas ou boas. No mercado interno, porém, as valorizações recentes do câmbio e os bons volumes embarcados de milho exportados até o momento deixaram a ponta vendedora (produtores/silos/armazéns) retraída, acreditando em valorizações”.

 

 

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