Variedades

Variedades

Fechar
PUBLICIDADE

Variedades

Bolsonaro nomeia Ricardo Braga como novo secretário de Cultura do governo

Braga assume o cargo no lugar de Henrique Pires, que pediu demissão após governo suspender edital com séries sobre temas LGBT. Na ocasião, Pires disse que não aceitaria censura .

 
 -   /
/ /

O presidente Jair Bolsonaro nomeou nesta terça-feira (4) Ricardo Braga como novo secretário especial de Cultura do Ministério da Cidadania.

A nomeação foi publicada em edição extra do "Diário Oficial da União" e é assinada por Bolsonaro e pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra.

O G1 procurou a pasta para obter informações sobre o novo secretário e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Ricardo Braga assume o cargo no lugar de Henrique Pires, que comunicou em 21 de agosto que deixaria o posto.

Decreto do presidente Jair Bolsonaro nomeando novo secretário de Cultura do Ministério da Cidadania — Foto: Reprodução/'Diário Oficial Decreto do presidente Jair Bolsonaro nomeando novo secretário de Cultura do Ministério da Cidadania — Foto: Reprodução/'Diário Oficial

Decreto do presidente Jair Bolsonaro nomeando novo secretário de Cultura do Ministério da Cidadania — Foto: Reprodução/'Diário Oficial'

Polêmica envolvendo a secretaria

No mês passado, o então secretário de Cultura, Henrique Pires, afirmou ao G1 que deixaria o cargo porque o Ministério da Cidadania havia suspendido um edital com séries sobre temas LGBT. O ato, na opinião do então secretário, configurou censura.

A decisão do ministério foi tomada em meio a diversas críticas de Bolsonaro à destinação de recursos públicos a filmes com temáticas que desagradam ao presidente, como a LGBT.

Bolsonaro tem dito inclusive que, se não puder impor "filtros" às escolhas da Agência Nacional de Cinema (Ancine), irá extinguir o órgão.

"Eu tenho o maior respeito pelo presidente da República, tenho o maior respeito pelo ministro, mas eu não vou chancelar a censura", afirmou Henrique Pires quando decidiu deixar o cargo.

Para o ministro Osmar Terra, não há censura na decisão do governo.

 

 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE