Artigos

Artigos

Fechar
PUBLICIDADE

SETEMBRO AMARELO

Novos tratamentos para depressão podem evitar suicídios

 

O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde e revelam que 800 mil pessoas tiram a própria vida no mundo, a cada ano. Em meio a isso, crescem as pesquisas e estudos envolvendo novos medicamentos e terapias para quem sofre de depressão. Em Cuiabá, os tratamentos têm conseguido evitar que novas mortes aconteçam. 

Esse é o caso da eletroconvulsoterapia (ECT), que consiste na indução de estímulos elétricos em algumas regiões do cérebro com o objetivo de reorganizar as funções neuroquímicas e nos circuitos neuronais alterados determinados transtornos mentais. O aparelho de ECT na psiquiatria é como o cardioversor na cardiologia, salva vidas.

De acordo com a especialista em psiquiatria Andréa Fetter os tratamentos precisam ser realizados ambulatorialmente, com consentimento informado e de forma humanizada, de acordo com as diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB).

Os pacientes devem passar antes pelo médico psiquiatra que solicitará exames laboratoriais e fará uma consulta prévia para informar sobre os procedimentos e orientações, além da avaliação cardiológica e outros exames, conforme necessidade individual.

A médica alerta que embora existam vários fármacos antidepressivos disponíveis no mercado, até 1/3 dos pacientes podem não responder, mesmo após a tentativa de dois ou mais antidepressivos. Nesse grupo, há um risco aumentado de ideação suicida e tentativa de suicídio.

 “Cada pessoa reage de um jeito e não existe uma fórmula pronta. No entanto, já avançarmos muito e os novos medicamentos e terapias disponíveis podem realmente ajudar quem sofre da doença, evitando mais suicídios”, afirma o especialista em psiquiatria Carlos Periotto.

O Setembro Amarelo teve início em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) e pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria.


Mais informações pelo site www.biomente.com.br.

 

 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE