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9º Congresso Brasileiro de Marcas Próprias discute duplicação do setor em cinco anos

 
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O 9º Congresso Brasileiro de Marcas Próprias, que ocorreu nas últimas terça e quarta-feira, no Expo Center Norte, contou com a participação de centenas de profissionais entre CEOs, gestores de Marcas Próprias e Lideranças do Varejo. O tema foi “2 X em 5”, ou seja, crescer duas vezes em cinco anos. O foco foi a transformação virtuosa pela oferta de conteúdo relevante e estratégico para toda a cadeia da Marca Própria.  

Segundo a presidente da Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (Abmapro), Neide Montesano, foi um dos congressos mais diversificados já feitos e com praticamente todos os segmentos de mercado. “A Abmapro tem o propósito de criar e nutrir as condições essenciais para que a família brasileira tenha acesso a produtos de qualidade, inovadores e que contribuam com uma economia sustentável”, disse ela.

A líder da Abmapro expôs que ela nunca teve tantos associados num prazo de dois meses, e isso para ela “sinaliza que a marca própria é vista com outros olhos e se torna mais importante no mercado”. A ideia do “2 X em 5”, de acordo com Neide, “nasceu do desafio de observar o setor, uma pesquisa encomendada com apoio da SGS, com dados da Nielsen e Kantar; mas principalmente de uma viagem a Feira PLMA em Amsterdã sobre o assunto. A questão levantada foi como dobrar esse mercado em cinco anos?”.

A CEO do Grupo Montesano e também palestrante frisou que o mercado está passando por uma transformação absurda nos hábitos e nos negócios. E nesse novo tempo tudo está sendo observado, a indústria migrando para o varejo e este observando com atenção essa mudança. “Precisamos ter equilíbrio no caos”, expôs.

A seu ver o consumidor atualmente é digital, especialista e ético, portanto, é necessário refletir em como atender esse novo consumidor, já que tudo é serviço. Ela citou os exemplos da lavanderia Ariel e em breve da barbearia Gillette assim como as lojas Nestlé e Nespresso. O consumidor tem que ser atendido na sua jornada, em todos os pontos de contato desde que entra no estabelecimento até a aquisição da sua busca. “É preciso entender o que o consumidor quer, especialmente o jovem consumidor porque é influenciador. Os pais agora são altamente influenciados por ele”, disse.

O tripé consumidor, fornecedor e dono da marca já se foi. Hoje, a marca própria precisa conquistar, converter e fidelizar no ponto de venda, no entender desta executiva. O conceito atual é o das três moedas: tempo, dinheiro e energia que se colocam para materializar a ideia, contudo, a novidade será o novo tripé: comunicar, inovar e propósito.

“Muitas vezes ouço que alguém está seguindo uma tendência. Quem segue tendência está atrasado, porque quem se antecipa é quem está atualizado. Precisamos nos inspirar”, argumentou.

É necessário, de acordo com ela, pensar marca própria como a indústria pensa sua marca e o varejo pensar o PDV (ponto-de-venda) com visão de dono. E concluiu sua apresentação, destacando que é fundamental desenvolver a marca própria com o pensamento da indústria: qualidade, planejamento, processo, diferenciação e inovação. “Precisamos desenvolver marca própria com pensamento de startup e cuidar do ponto-de-venda com visão de dono”, enfatizou.

 

 

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