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Universidade proíbe venda de carne bovina para conter aquecimento global

Instituição de Londres também cobrará mais caro por água em garrafas de plástico. Objetivo é neutralizar emissões de carbono até 2025.

 
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Com o objetivo de conter as causas do aquecimento global, a "Goldsmiths, University of London" proibiu as vendas de carne bovina em seu campus, em Londres. "Nos unimos a outras instituições ao declarar uma emergência climática e anunciar a meta determinada de nos tornarmos uma organização neutra em emissões de carbono até 2025", afirma a instituição em comunicado publicado na segunda-feira (12).

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Entre as outras medidas anunciadas estão:

  • Remover todos os produtos de carne bovina das cantinas, a partir do atual ano acadêmico;
  • Cobrar mais caro pela água em garrafas plásticas e também por copos de plástico descartáveis - cerca de R$ 0,50 a mais. A diferença será revertida para um fundo estudantil de iniciativas a favor do meio ambiente;
  • A instalação de mais painéis de energia solar;
  • Ampliar áreas verdes para absorver o carbono emitido.

A universidade já tinha um programa de reciclagem e de coleta de alimentos não perecíveis, doados a instituições de caridade.

Segundo a diretora Frances Corner, as organizações são chamadas a "levar a sério suas responsabilidades em interromper o aquecimento global, e isso é impossível de ser ignorado".

"Declarar uma emergência climática não pode ser feito somente de palavras vazias. Acredito realmente que enfrentamos um momento decisivo na história global e a Goldsmiths se alinha a outras organizações que pretendem fazer esse alerta e tomar ações urgentes para cortar o uso de carbono", acrescenta a diretora, em nota.

Consumo excessivo de carne contribui para o aquecimento global

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