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Advogados presos em operação da PF tem prisões preventivas decretadas

PF investiga esquema de fraudes na Previdência Social. A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão em Castanhal, Igarapé-Açu, Abaetetuba, Maracanã e Moju.

 
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Os advogados presos temporariamente na última quinta-feira (8), durante a Operação Trampolina, da Polícia Federal, tiveram as prisões convertidas em prisão preventiva. A investigação aponta fraudes na concessão de benefícios da Previdência Social em municípios do nordeste do Pará.

Segundo a Justiça, a conversão das prisões foi decretada devido ao farto material que confirmariam mais ainda a ação criminosa.

Durante a operação, a Polícia Federal encontrou cartões de benefícios com senha, documentos falsos e blocos de documentos de sindicatos em branco nos endereços dos envolvidos.

Prejuízo milionário

A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária em Castanhal, Igarapé-Açu, Abaetetuba, Maracanã e Moju. O prejuízo aos cofres públicos somam mais de R$ 2 milhões. Muitas fraudes ocorriam dentro dos escritórios de advocacia e nos endereços dos envolvidos.

 

 

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