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Fábrica de ração para peixes tem a produção enriquecida com frutos regionais em Oriximiná

A ração será capaz de prevenir doenças em pescados. A fábrica foi inaugurada no sábado 3 .

 
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Uma fábrica de ração foi inaugurada em Oriximiná, oeste do Pará, no sábado (3), como parte da Estação Aquícola do município (Esaquor). A ração será produzida com formulações enriquecidas e com insumos regionais visando a diminuição de custos de produção do pescado.

A Esaquor é um projeto interinstitucional com participação da bancada paraense na Câmara Federal, da Prefeitura do município e parceria com a empresa Mineração Rio do Norte (MRN).

A ração terá potencial nutracêutico, combinando componentes nutritivos e farmacêuticos, sendo enriquecida com frutos, sementes, alimentos capazes de prevenir doenças no pescado e, consequentemente, no consumidor. Com esse modelo de criação com ração enriquecida, a fábrica permitirá produzir ração abaixo do preço de mercado. O tambaqui nutracêutico terá certificação de origem como Tambaqui Baixo Amazonas.

A fábrica foi pensada no âmbito da Rede Integrada de Desenvolvimento Humano (RIDH), organizada pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em parceria com outras instituições.

Parte do projeto foi possível com recursos complementares oriundos de verba de gabinete do deputado federal Júnior Ferrari, principalmente quanto à otimização do uso de resíduos do matadouro municipal e diminuição da poluição no Rio Trombetas.

Projeto acadêmico

A ração desenvolvida é resultado de estudos realizados pela Ufopa, em parceria com o Instituto Federal do Pará (IFPA) de Oriximiná, a partir de um projeto Interinstitucional em Rede financiado pela Fapespa, desde 2016.

O projeto Várzeas e Ribeiras do Baixo Amazonas tem a participação de 30 pesquisadores do Campus, do Instituto de Ciência e Tecnologia das Águas (ICTA), Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef), Instituto de Ciências da Sociedade (ICS) e Instituto de Engenharia e Geociências (Ieg). O objetivo do projeto é de potencializar as cadeias produtivas do açaí, camu-camu, tambaqui, mel e mandioca.

Em Oriximiná, participam os alunos do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas e alunos da Escola Técnica do Pará, co-orientados por alunos do Mestrado em Biociências e Doutorado em Neurociências e Biologia Celular.

 

 

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