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Justin Bieber estraga mais um hit mundial ao entrar no remix de '''Bad guy''', de Billie Eilish

Após inclusão forçada em Despacito , o que será que Bieber tem a acrescentar ao pop audacioso da cantora de 17 anos que ganhou o mundo em 2019? Ouça e veja análise do G1.

 

Quando Justin Bieber invadiu o remix de "Despacito" sem nem saber a letra em espanhol, ficou claro que era forçado, mas até dava para entender o objetivo: ajudar a levar o reggaeton além do nicho do público latino. Não dá para dizer que ficou bom, mas funcionou.

Mas sua participação em um remix de "Bad guy", de Billie Eilish, é ainda pior e mais difícil de entender. A cantora dos EUA de 17 anos já é um fenômeno de streaming e até em festivais como o Glastonbury, uma das grandes revelações pop de 2019.

Até que foi simpático o jeito que a Billie Eilish mostrou sua devoção pelo Bieber na infância. A música saiu junto com uma foto pequena com posters dele. Billie disse que Justin foi sua primeira paixão. Que fofo.

E a letra ganha drama com um personagem novo, os dois disputando quem é mais terrível, mais “Bad Guy”.

Mas não faz nenhum sentido a presença do Justin Bieber. Ela é uma voz de vanguarda, que leva o pop para frente, e ele é uma voz padrãozinho, quadrada. A música só tem a perder força e originalidade com ele.

Ouça um trecho e veja análise no vídeo acima.

É como se o Nirvana fizesse em 1991 uma versão nova de “Smells like teen spirit” com o Bon Jovi - seja por zoeira do Kurt Cobain ou ideia de jerico de algum executivo.

Quando o Justin faz um “wuuuuuah” melódico é constrangedor, como se fosse um lobinho fofo no meio da selva. É engolido pela Billie Elish. Melhor apagar esse remix da memória e ficar com o original.

Saiba mais sobre as novidades musicais da semana no programa G1 Ouviu em formato podcast abaixo:

 

 

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