Notícias

Notícias

Fechar
PUBLICIDADE

REGIONAL

Estado absolve ex-secretária acusada de rombo de R$ 16,4 milhões em MT

 
O secretário de Fazenda (Sefaz-MT), Rogério Gallo, determinou o arquivamento de um processo administrativo que apurava supostas condutas irregulares da analista administrativa e ex-secretária Adjunta do Tesouro, Avaneth de Almeida Neves. Ela é suspeita de ordenar pagamentos irregulares a pessoas físicas na ordem de R$ 16,4 milhões.

O arquivamento do processo administrativo foi publicado na edição do Diário Oficial desta sexta-feira (12). “A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar apresentou relatório no qual se recomendou a absolvição da servidora Avaneth de Almeida Neves, por não restar comprovada a violação de nenhum dos deveres previstos [...] Diante disso, decido acolher a sugestão da comissão processante, a fim de absolver a servidora Avaneth de Almeida Neves, bem como arquivar os presentes autos, conforme o princípio da inocência e da verdade material”, diz trecho da publicação.

Avaneth de Almeida Neves foi um dos alvos da operação “Vespeiro”, deflagrada em maio de 2012, e que investigou um esquema fraudulento que teria desviado cerca de R$ 16,4 milhões da Conta Única do Estado. Diversos servidores da Sefaz foram alvos da operação.

A defesa da servidora numa das ações judiciais derivadas da operação aponta que os crimes se iniciaram antes de Avaneth se tornar secretária-adjunta do Tesouro. O esquema também teria continuado mesmo após a saída dela do cargo.

“As práticas antecedem o início da Avaneth na função legal e foram posteriores à saída dela. Os crimes só ocorriam porque todos os dias Avaneth recebia uma pilha de pagamentos para assinar e entre essa pilha estavam documentos ilegais. Qualquer gestor não tem possibilidade de avaliar item por item”, disse a defesa na época.

A defesa também explica que a servidora foi “enganada” por outros servidores que faziam parte do esquema.

Uma outra ação judicial revela que o esquema também pode ter realizado pagamentos irregulares da ordem de R$ 100 milhões, desta vez à pressoas jurídicas. A fraude, no entanto, não teria relação com a ex-secretário adjunta.


Folha Max

 

 

PUBLICIDADE

Mais Lidas em Notícias

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE