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Divisão de alunos por conhecimento é ruim para alfabetização

Especialista da USP acredita que uma classe heterogênea é a ideal nesse tipo de aprendizado

 
download do áudio Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que existem cerca de 12 milhões de analfabetos no Brasil. Esse número exemplifica os desafios da alfabetização no período ideal, que deveria acontecer ainda durante a primeira infância.

Uma escola de Teresina, no Piauí, criou um projeto para tentar diminuir esse índice no futuro. Ele foi chamado de Projeto Borboleta e propõe a divisão dos alunos do ensino fundamental I (do 1º ao 5º ano) em quatro categorias, de acordo com sua capacidade de leitura e não pela faixa etária, como é o mais comum.

As categorias são: Borboletas (os que não leem nada); Andorinhas (os que são capazes de juntar uma letra à outra, mas sem interpretá-las); Gansos (os que conseguem ler um pouco mais, mas sem fluência) e Águias (os leitores fluentes).

Os resultados do Projeto Borboleta foram positivos: a média de livros lidos pelos alunos foi de 30 por mês e mais de dez municípios do Piauí passaram a adotá-lo. Mas seu método de alfabetização é controverso.

A professora da Faculdade de Educação (FE) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento (Geal USP), Silvia Gasparian Colello, acredita que a alfabetização vai muito além da absorção de conhecimento técnico. Ela também opina sobre qual é a melhor maneira de desenvolver o potencial dos alunos.

Ouça a reportagem no player acima.

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